80 Comments

Adopção / Homossexuais

A adopção e os homossexuais!

Sim ou não?
Referendo para esta questão – sim ou não?

Falem dos prós-contras e porquês!

Nota – sim, eu gosto de temas quentes 8)

20/Março/2007


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Este tema tem sido debatido nos últimos dias, meio escondido dos olhares de quem vem espreitar as novidades.
Por isso, aqui fica ele de novo, porque merece todo o destaque e porque as participações têm sido extraordinárias. Curiosamente este artigo tinha mais de um ano. Mas é sempre actual.
31/Março/2008

© Sutra 2007

About Sutra

Sutra

80 comments on “Adopção / Homossexuais

  1. não, porque não acho correcto.
    o meu mano é homosexual e não ve a adopção com bons olhos.
    Mas uma coisa é certa, respeito e sempre respeitarei a opiniao de cada um e o que cada um decide fazer é com elesSmile

    Beijo*

    P.S… fui ai..

  2. Lucia, e não telefonaste… Frown

    Beijo doce

    ps – sobre o tema não me pronuncio ainda… mas não basta dizer que não «porque não achas correcto» eu quero saber é porque não achas correcto Razz

  3. ó xiça sutra, a esta hora? so me apetece é cobrirRazz
    ehehehhehe

    amanha logo digo o porqueRazz

    e eu disse te aki num comentario que tinha perdido o teu numeroFrown por isso é que não disse nadaFrown
    *

  4. Ola sutrinha.

    Bem enquanto não houver provas que uma criança educada por homossexuais fica com mais traumas que uma criança educada num orfanato, porque acho que já tá provado que a homossexualidade não se pega, sou totalmente a favor.

    Mais vale uma criança com dois pais ou duas mães que uma criança sem pais.

    Mas também acho um abuso os termos para adoptar uma criança hoje em dia, passei a minha infância toda com o meu quarto decorado da mesma forma, e parece que se adoptarmos uma criança temos de remodelar o quarto todos os anos.

    Daqui a uns anos conto como é Razz

    Beijinhos doces sutrinha

  5. (perdi um primeiro comentário que escrevi, lá vai pela segunda vez)

    A adopção não tem que ver com sexo, ou opções sexuais. Tem que ver com pessoas e com a possibilidade de serem dadas condições de vida digna e feliz a uma criança. Não sei porque um(a) homossexual não pode…

    Referendo? Não me parece que alguma vez o povo português tivesse informação, formação e cultura básica para quaçquer dos referendos já efectuados. Mas recucar referendos neste pressuposto é ainda pio, possivelmente. E pouco democrático. Mas de facto o nosso povo não se informa ou preocupa, conscientemente, para poder efectuar escolhas livres e reponsáveis, e enquandradas num espírito de modernidade democrática.

    Beijos gulososos… linda SU! (e inteligente…uma bomba, numa acepçãp positiva, claro!)

  6. a todos os defensores do sim eu pergunto: algum de voces gostava de ser adoptado por um casalinho de gayolas?

  7. Tema interessante, falarei por experiencia de um casal homosexual que nao tendo adoptado “oficialmente” tomou conta de uma criança desde muito cedo, hoje com 17 anos tem opcoes sexuais que em nada se confundem com os pais “adoptidos”, gosta de mulheres, sou a favor por um lado, mas por outro lado a sociedade ainda nao estara preparada e nao estará tão cedo para aceitar uma situação destas e de certa forma é algo controverso.
    Referendo?Não creio que algum dia chegará a tal situação os nossos politicos nao tem “tomates” para isso!!

    Bjs

  8. Eu n vejo problema algum em um casal homossexual adoptar uma criança. A homossexualidade n é nenhuma doença, não é contagiosa, é algo perfeitamente natural.
    Está na altura de a sociedade amadurecer e começar a ver as coisas como elas são. Dizem mal dos casais homossexuais, mas aparecem constantemente nas notícias histórias de casais hetero q maltratam, abusam, abandonam e matam crianças. Existem cada vez mais filhos de pais divorciados, de mães adolescentes, de pais com problemas com o álcool e com a droga. Q direito tem a sociedade de julgar os gays sobre a sua competência, se mts dos heteros n são competentes?

    Bj terno
    Cav

  9. Lucia, fico à espera da tua opinião mais argumentativa e com as razões para achares que não Wink

    Beijo doce

  10. Hum… interessante este tema…
    Se heterossexuais podem adoptar porque não também os homossexuais?!
    Está bem, pronto é diferente, mas será que não saberão educar tão bem ou até melhor uma criança como um outro casal hetero?!
    Eu julgo que sim… tal como disse o Cavaleiro desertado, homossexualidade não é doença!
    Beijinho

  11. quente? nem ferve, nem escalda, nem nada, com a quantidade de crianças que precisam de uma família com fundos pa lhes darem uma vida decente (e não me refiro a playstations), é-me obviamente indiferente o que é que eles fazem juntos no quarto à noite os pais (ainda para mais já está mais que provado que a maior parte da homosexualidade é somente biológica e não uma doença ou um pecado, porque senão não seriamos todos doentes e pecadores?)

  12. A adopção por parte de casais homossexuais tem muito que se lhe diga, se calhar tanto ou mais que o aborto. No aborto, é sim ou nao, quem quer faz quem nao quer nao mete o nariz mas as coisas devem estar acessiveis a todos.
    Mas quanto à adopção…não se trata de tirar ou nao uma vida, trata-se de cuidar dela, de a fazer crescer e integra-la num mundo.
    Digo desde já que nao sou, de todo, preconceituosa… Cada um é livre de fazer as suas opções sexuais mas existem varios pontos de vista e pontos de interrogação: Nos crescemos a partir dos valores que nos sao incumbidos pelos nossos pais (mais tarde adquirimos outros, é certo), a maioria é heterossexual porque é isso que é correcto no respeita à geração de uma familia e de um mundo, porque é o oposto que lhes atrai…e por muitos moralismos que possam aqui surgir, (afectos-e-ligaçoes-à-parte) seria estranho se agora substituissem a mae ou o pai, por alguem do mesmo sexo que aquele que fica. Verdade?
    Não esta provado que causa trauma, mas tendo em conta a sociedade em que vivemos…é bem provavel que a criança acabe por ter uma atitude de rejeição. Mais…é preciso haver um contra-balanço…quantas nao sao as pessoas a quem nos levantamos o sobrolho por determinadas atitudes ou expressoes pouco femininas/masculinas por terem sido criadas so pela mae ou pelo pai? Falta sempre qualquer coisa que so esse contra-balanço nos pode dar…

    Por outro lado, talvez fosse um meio de “esvaziar” as instituiçoes que estao a abarrotar de crianças, crianças essas que precisam de uma familia, basta saber ate que ponto um casal homossexual consegue fazer isso. Sejamos realistas e honestos: a primeira coisa que TODOS dizemos (ainda que possams n ser preconceituosos) quando alguem tem atitudes “diferentes”, dizemos sempre “que coisa gay!”…e torcemos o nariz.
    Mas tambem é neste ponto que entra a questao do aborto … quem nao quer filhos…nao os faz. E os que sao acidentalmente e nao têm condiçoes para os criar…nao os têm.

    Mas…REFERENDO???
    A sociedade portuguesa é demasiado LERDA para esta questao…

  13. Naseinada, também me parece que a sociedade não está preparada para aceitar esta situação, infelizmente para as crianças, em primeiro lugar, e para nós que estamos num país que se mantém à sombra dos velhos do restelo.

    Beijo doce

  14. Allfx, quanto à questão do referendo, debato-me entre duas questões – por um lado, a opinião devia ser expressa por aqueles a quem a situação diz respeito, e na impossibilidade de o ser [o referendo sobre a IGV também não podia ser dirigido apenas às mulheres], sê-lo pelo povo eleitor; – por outro lado, a nossa sociedade não está preparada para votar tal questão, em perfeita consciência, devido à falta de informação/formação e devido à existência do preconceito e este, começa logo por existir dentro de determinadas “classes”.

    Beijo doce

  15. Sara, Sara… respondo-te já porque vou dizer pouco quanto ao que escreveste – tocaste nos pontos críticos desta questão, sem falsos moralismos, abordando a realidade tão simplesmente. Gostei, e verás que a minha opinião é bastante colada à tua Wink

    Beijo doce

  16. Carlos, antes de mais, perdoa que te diga mas rejeito expressões como «gayolas» «gayzolas» e coisas idênticas. São «gays», homossexuais, mas acima de tudo pessoas como eu e tu.

    Perguntas se eu gostaria se fosse adoptada por um casal de gays??
    Pois olha… não sei! E sabes porquê? Porque não o fui, porque sou nasci do amor entre um casal heterossexual e não posso nunca opinar sobre o que gostaria ou não, ou sobre o que sentiria, imaginando uma situação hipotética.

    No entanto, e já que queres mesmo que imagine essa situação, devo dizer-te que, se eu tivesse sido criada, adoptada por um casal homossexual, teria crescido encarando isso como algo perfeitamente normal e esse é o nosso problema – tudo o que não for da mesma forma como a nossa vivência, com os valores que nos incutiram na educação, consideramos «não normal» e temos tendência a rejeitar se não tivermos uma «open mind».
    Se eu tivesse sido adoptada por um casal homossexual, provavelmente teria o mesmo amor que rodeou o meu crescimento, teria a mesma atenção, as preocupações dos pais.
    E sentiria também a rejeição nos rostos daqueles que consideram a homossexualidade e a adopção por parte de casais homossexuais, uma aberração. Sentiria na pele o gozo, mas sentiria também orgulho por estar rodeada de amor.
    Sentir-me-ia feliz por ter amor, ao contrário de inúmeras crianças que são maltratadas, rejeitadas pelos pais heterossexuais, sujeitas a maus tratos físicos e psicológicos.
    Teria certeza que se tinha sido adoptada era porque realmente me desejavam consigo e não era apenas fruto de um «acidente», como acontece com muitas crianças. Felizmente eu não sei o que é isso. Sempre tive dos meus pais amor e carinho e fui desejada com todo o amor.

    Pergunto-te eu a ti, Carlos – o que preferias?

    Sofrer maus tratos físicos e psicológicos, sofrer durante todo o crescimento, sentindo a rejeição dos pais, mas sendo eles um «casal normal» [como consideram aqueles que têm alguma dificuldade em encarar a homossexualidade], ou preferias ser criado com todo o amor por um casal homossexual?

  17. Latin, e esse é apenas um exemplo… Wink

    Beijo doce

  18. Cavaleiro, sem tirar nem pôr.

    Mas eu continuo com algumas reticências, não por serem homossexuais, e nada a ver com a educação das crianças, mas sim pela forma como a sociedade rejeita essa ideia e o facto de as crianças sentirem, pelo menos até certa fase da vida, porque depois quem as rodeia também começa a encarar com naturalidade, a dor da rejeição, os olhares, os risinhos jocosos.

    Continuo a dizer que temos de preparar mentalidades em primeiro lugar, educar as pessoas para aceitar.

    Beijo doce

  19. Sexy_hot, exactamente, não é nem nunca foi uma doença.

    E não vale a pena pensar que isto acontece na nossa sociedade por termos uma população envelhecida, porque encontro preconceitos nas camadas mais jovens, que nunca pensei encontrar. Preconceitos que não encontro em pessoas com as quais me relaciono, com idade para serem meus pais.

    Beijo doce

  20. Linfoma LOL sim sim Smile

    O problema é que sempre existe uma tendência em querer imiscuir na vida pessoal de cada um… enfim… muitos fazem-no para encontrar algo com que se ocupar, já que as suas vidas são demasiado vazias LOL

  21. Conto encontrar mais respostas logo à noite, quando voltar aqui Wink

    Até logo

    Beijo doce

  22. Sutra, eu não sei. Sei de um casal homossexual que é contra a adopção porque acha que o papel da mãe não pode ser substituído. Eu concordo, por um lado. Mas, também não ponho de parte que hajam casais homossexuais que consigam educar a criança de modo integrado e pleno.

    Mas, como é que a criança fica perante a sociedade quando tiver de falar dos pais?

    há muito preconceito ainda e pouca gente é como tu

    beijo doce
    Jorge

  23. Ainda no outro dia estava a debater este assunto, casamento e adopçao para homossexuais e referendo.

    1. Mais cedo ao mais tarde o casamento entre homossexuais vai ser permitido, com ou sem referendo. Não acredito que seja nos próximos tempos porque a sociedade portuguesa é demasiado ‘tradicional’

    2. Adopção entre homossexuais creio que ‘nunca’ vá ser permitida. Nunca é uma palavra muito forte, mas até ser permitida por referendo ou outro meio, irá passar muito muito tempo.

    3. Na minha opinião o casamento devia ser permitido, os homossexuais têm relações iguais aos outros, fazem as mesmas coisas, não vejo o porquê de isso não ser permitido.

    4. Normalmente as crianças seguem os exemlos dos pais, mas isso também depende da educação que lhes é dada. Nós não gostamos todos do mesmo. Os pais dão as asas nós aprendemos a voar.
    Não é possível dizer que um casal homossexual dará uma educação melhor ou pior que a ‘tradicional’ e por muitos estudos que sejam feitos, nenhum deles pode dar essa certeza.
    O problema não estará nao criança que foi adoptada, estará naquelas que as insultarão, mas nesse caso levanta-se outra questão, será que a educação que as outras crianças terão será a melhor ??

    6. Questão : a referência a casal homossexual é por norma ligado a casais de homens, mas e se forem mulheres ?? Elas podem ter filhos e criá-los, não precisam de adoptar, ou seja, estamos a proibir os casais homossexuais masculinos enquanto os femininos podem fazer isso sem levantar problemas (acho).

    Alarguei-me um pouco, peço desculpa.

    Kiss & Hug

  24. Se os nossos pais fossem gays concerteza não iamos visitar os blogs um do outro , pois não existiamos.

    Beijo excitadissimo

  25. O Homem e a mulher são como duas peças do Lego e encaixam um no outro, mas as peças Lego às vezes podem encaixar e o desenho não ser perfeito porque se calhar embora encaixem não fossem feitas para encaixar uma na outra, não era suposto tentar sequer encaixa-las.(Até eu fiquei baralhado crl)
    Penso que ser gay tem como contra o não poder procriar e as pessoas ao assumirem as suas preferências homossexuais tem de se conformar que nada na vida é perfeito.
    primeiro quiseram ser aceites, depois casar e agora adoptar.
    Acho que os gays qurerem obrigar o mundo a adaptar-se a eles em vez de o contrário.
    PS: Tenho amigos gays e adoro ver o L-World mas…

    Desculpem a minha sinceridade mas nada tenho contra os gays , só contra certas atitudes que eles tomam tal como tenho contra certas atittudes dos heterossexuais.

  26. Olá!
    O lado maternal e paternal independe da opção sexual, acredito que casais homossexuais podem ser bons pais ou não iguais ao heterossexuais!!
    Beijos

  27. Ponto 1. É-me completamente indiferente a opção sexual de cada um.

    Ponto 2. Para alguém ser pai/mãe, biológicos ou não, o essencial é ter-se qualidades ‘humanas’, o que não é evidente que haja em todas as pessoas, nomeadamente os heterosexuais.

    Ponto 3. Uma criança educada dentro de uma instituição social também não estará socialmente estigmatizada? e não terá problemas de falta de referências afectivas?

    Beijos polémicos

  28. Eh eh, este tema está bem interessante… como sempre longe de gerar concenso!

    A nossa sociedade é feita de falsos moralistas, mas também o mundo em geral, não é só Portugal.

    Basta lembrar que em muitos países do continente africano a mulher é super escravizada.

    Creio que o problema da adopção de casais homo pode apenas passar pelo personalidade de ambos em relação ás crianças que vierem a adpotar.

    Erros todos cometem, homo ou heteros.

    É impossivel em dizer que não gostava de ser adoptado por um casal homo, de certeza que tudo na minha vida seria diferente, apenas e só porque as pessoas são diferentes na sua forma de estar na vida.

    O problema é que as pessoas nunca tiveram educação sexual nas escolas e isto sim, eu acho que se devia falar e muito neste tema porque uma coisa implica a outra.

    Nós temos uma formação de m**** a nivel de educação sexual.

    E a cada dia que passa as coisas estão a piorar!!!

    Enfim, é o país que temos!

  29. Apenas um comentário o mais “flat” possível; tal como qualquer criança que viva com pais separados tem “falta” do equilibrio natural, também uma criança adoptada por um casal homosexual terá falta do “sexo em falta”. Por “alguma coisa” para haver procriação são necessários sexos opostos, e essa “alguma coisa” é o equilibrio natural!
    Beijoca Sutra
    Este não é um tema Quente! sexo oral é muito mais quente!

  30. hummmm tanto preconceito que por aqui vai em pessoas ditas normais.

    - será que só um homem e uma mulher são dignos de criar e educar 1 criança??
    - será que um homem ou uma mulher solteiros/sozinhos não podem criar e educar 1 criança??
    - será que 2 homens ou 2 mulheres não podem educar e criar 1 criança??

    não estamos aqui a falar de fecundação ou procriação. é lógico que só dois seres opostos é que podem procriar, infelizmente não há geração espontânea.

    estamos a falar de criar, ser responsável por, ensinar, educar, amar, cuidar, sofrer, apoiar nas derrotas e felicitar nass vitórias, calor humano, valores.

    não sejam demagógicos a dizer que os homossexuais não tem valores, não são capazes de educar, de incutir valores numa criança, de incutir respeito pelo próximo, verdade, etc etc

    “Se os nossos pais fossem gays concerteza não iamos visitar os blogs um do outro, pois não existíamos” Paulo Kali aqui não se falar de gays procriarem mas sim de educarem e criarem 1 criança. Depois… bem Paulo existem muitos homens gays e mulheres lésbicas casados e com filhos. Alguns com vidas duplas outros assumidos e no entanto correctamente explicado estou certa que qualquer filho que fosse amado e respeitado pelo pai/mãe em questão saberia compreender e aceitar.

    Jorge Vicente “Sei de um casal homossexual que é contra a adopção porque acha que o papel da mãe não pode ser substituído” esse casal dever andar um pouco baralhado nas ideias não estamos aqui a substituir ninguém. Estamos a falar de 1 casal (e casal são duas pessoas) adoptar uma criança para a educar e criar, dar-lhe uma vida digna e com possibilidades de um futuro melhor.

    Provavelmente esse casal deve também estar confundido com o papel que assumem em casa. Para mim, e é assim que eu entendo a homossexualidade, 2 homens que se gostam são e serão sempre dois homens e devem assumir-se como tal e não como um sendo homem e o outro mulher, o mesmo vale para um casal de mulheres. Devem assumir-se como duas pessoas do mesmo sexo que gostam uma da outra, que se respeitam, que se amam, que partilham uma vida.

    E já agora o que é “educar a criança de modo integrado e pleno”??? só os casais hetero é que o podem e sabem fazer???

    “Mas, como é que a criança fica perante a sociedade quando tiver de falar dos pais?” a criança tem de ser ensinada a falar naturalmente dos pais, dos pais que a abandonaram e dos pais que a aceitaram, que a amam.

    E agora diz-me como é que uma criança fica perante a sociedade quando essa mesma sociedade sabe que um dos pais maltrata o outro, que tem dúzias de amantes, que têm vícios e os deixa a morrer à fome, que não os deixa ir à escola, que não lhes dá de comer, que os maltrata e os viola???

    Nunca ouviram falar de violação no seio familiar??? Nas ditas famílias sexualmente correctas???

    E, já agora porque não parte de nós pais a ensinar às nossas crianças o que é o amor, carinho, respeito e essas coisas todas??

    É certo que as crianças são muito malvadas e são peritas em magoar as pessoas diferentes. Eles magoam uma criança deficiente porque não é igual a ela, magoam uma criança negra porque tem a cor da pele diferente, magoam os gordos, os magros, os caixa de óculos, os pobres enfim… e magoam porque lhes são permitidos esses comportamentos em casa, porque não levaram a palmada certa na altura certa. Uma palmada bem nada nunca fez mal a ninguém muito pelo contrário às vezes fazem milagres. (e não me venham com a treta da violência infantil uma palmada não é violência, por vezes a falta de uma palmada na altura certa é que faz deles uns vândalos depois nos liceus a baterem nos professores e empregados)

    Agora enquanto tivermos pais como o Carlos que ridiculariza as pessoas chamando-as de gayolas e coisas no género como esperam que sejam os filhos??? É lógico que um filho do Carlos que o oiça ridicularizar as pessoas certamente que irá ridicularizar que encontrar.

    Eu sou hetero e sem qualquer tendência homo, sou filha de pais hetero que sempre lutaram juntos para educar os filhos (e tiveram momentos muito difíceis na vida) mas, felizmente que nos deram amor, respeito por nós e pelo próximo, entre uma quantidade de outros valores. Adoro os meus pais no seu conjunto e adoro-os individualmente. Sou uma mulher feliz e abençoada pelos pais que tenho e não os trocava por nada deste mundo (aliás troco muitas coisas para poder estar a desfrutar de momentos ao lado deles)

    No entanto se tivesse pais que me tivessem abandonado eu NUNCA quereria saber quem eles eram ou tinham sido, não lhes perdoaria o abandono por nenhuma razão que tivessem. Perdoaria se me dessem a alguém por qualquer motivo, tentaria compreender que, por me amarem, foram capazes de assegurar que eu tivesse um futuro feliz.

    Da mesma forma que iria amar e respeitar dois homens ou duas mulheres que me tivessem escolhido para me dar um futuro diferente, um futuro com amor, carinho, sabedoria, respeito. Que não e abandonassem na educação, na saúde, na busca da felicidade.

    Os filhos biológicos são fruto de uma relação de amor (ou não) com outra pessoa de sexo diferente. Os filhos adoptados são os escolhidos, são aqueles que vemos e nos apaixonamos logo por eles, aqueles que sentimos logo um apelo para assumirmos a responsabilidade de o ter independentemente de sermos pessoas diferentes ou sozinhas.

    É por isso que “ter é dor, criar é amor”

    beijo a tutti
    g.

  31. É uma questão complicada, mas de qualquer forma acho que fará mais sentido discuti-la depois de se alterar a questão do casamento.

  32. Jorge Vicente, mas as coisas têm de mudar e de começar por algum lado. A questão está na educação que damos às nossas crianças para que aceitem hoje e amanhã algo que deve ser encarado com naturalidade, como actos de amor.

    Beijo doce

  33. Ai sutra, Sutra..

    ja tanto foi dito aqui
    queres a minha opinião, não é?

    então cá vai: Não sei porque não acho correcto, acho que tem a ver com o que aprendi ao longo dos anos, a moralidade, a religião, tudo e mais alguma coisa que me aprendi.

    Por isso, não sei o que te dizer.. Se calhar tenho que repensar a minha opinião e depois logo ta digAngel

    Acho que não correcto. Se existe homem e mulher, se desde o inicio dos tempos foi Homem e Mulher que tiveram o papel de serem pais, porque mudar agora? deve ter um proposito ser Homem e Mulher terem filhos.

    Enfim, não sei.. digo euSmile

    Não imagino 2 homens criarem uma criança ou 2 mulheres.
    a criança vai para a escola e sabes cmo sao terriveis as crianças quando sao pequenas, conseguem ser muito crueis. Criará traumas no filho/a? não sei.

    é um assunto onde prefiro não ter voto na matériaSmile

    Beijo carinhoso*

  34. atenção…
    não tenho nada contra homosexuais.
    O meu mano mais velho é.. eu sou bisexual.

    **

  35. Lucia dá-me o teu nº de telefone e quem sabe um dia podemos dar-nos todos bem!
    Eu, tu e as tuas amigas.
    Estou a brincar, um beijinho

  36. Depois do que já disse e do comentário da G., não tenho muito mais para dizer. Wink

    Paulo Kali, queres números de telefone? LOL

    Beijo doce a todos

  37. a lucia diz “então cá vai: Não sei porque não acho correcto, acho que tem a ver com o que aprendi ao longo dos anos, a moralidade, a religião, tudo e mais alguma coisa que me aprendi.”

    então lucia por aquilo que aprendemos deveriamos manter na idade da pedra, tu tabém não deverias ser bisexual porque esse não é um comportaento correcto e aceite pela sociedade, por aquilo que aprendemos a lei do aborto não devia ter sido referendada nem alterada, os casais não se deveriam separar porque é contra tudo o que aprendemos ao longo do anos, não deveria haver 2as famílias nem os meus filhos, os filhos dele e os nossos filhos…

    “Acho que não correcto. Se existe homem e mulher, se desde o inicio dos tempos foi Homem e Mulher que tiveram o papel de serem pais, porque mudar agora? deve ter um proposito ser Homem e Mulher terem filhos.”
    lucia estamos a falar em adopção/educação não em procriação.

    eu quando falo em casais gays equiparo-os a qualquer um casal hetero com alguns anos de vida em comum.
    falo em casais que tem um projecto de vida a dois com alguém, que por acaso é do mesmo sexo.
    não falo naqueles casais que hoje estão com um, amanhã apaixonam-se por outro e daqui a uns meses já vivem com outro (é certo que mtos heteros são assim). também não acho correcto que um casal hetero que anda a pular de ramo em ramo sejam os mais indicados para criarem e educarem uma criança!!

    estou certa de que uitas das crianças que vive numa instituição de crianças iria amar os dois pais homens ou as duas mães mulher sem qualquer preconceito ou traumas.

    o maior trauma para uma criança é a falta de carinho, de amor, de mimos, de pão em cima da mesa, de uma cama quente, de colo, de riso, de brincadeira, é o trabalho antes do tempo, é o andar nas ruas e aprender a lei da vida, é ser violado todos os dias ou contantemente. acredito (tenho certezas em muitos casos) que eles não ficaria traumatizados ou com complexos por terem 2 pais homens/mulher.

  38. (peço dsc pelas falhas do ‘m’ mas este teclado anda marado.

    para terminar quero deixar uma história veridica que conheço.

    hoje vive juntas como casal. ambas tinham sido casadas, a A. mais velha (viúva) na casa dos 48 a B. mais nova (divorciada) pelos 35. vivem em fornos de algodres (como podem ver uma povoação perdida no interior do país). ambas tem um aspecto um pouco masculinizado (calças, cabelo curto, camisas/t-shirt etc).
    a A. vivia sózinha numa vivenda q comprou e é professora. 1 dia a B. aparece-lhe noite serrada com o filho pela mão. o marido tinha violado o filho mais uma vez (3a ou 4a vez), gritos, discusões, agressões e eles saem de casa com a roupa que tinham no corpo e foi pedir auxilio a familiares do marido.
    todos fechraram a porta porque ela deveria era voltar para casa, que aquilo era descabido, que deveria ter vergonha de o pensar quanto mais de o dizer. não o deveria dizer a ninguém porque seria a vergonha da família e o lugar dela era em casa.
    a B. só pensava que não aguentaria outra violação, agressão ou sequer olhar para a cara dele. sozinha e com as portas da familia fechadas a altas horas da noite lembrou-se da A. e foi-lhe bater à porta e esta não se voltou a fechar.
    de inicio partilharam uma casa, um espaço mas, como a mente das pessoas é suja demais [vcs sabem do que falo, 2 pessoas não podem ser amigas terem cumplicidade que já são obrigadas a ter um caso e isto vale tanto para pessoas do mesmo sexo como de sexo oposto] e começaram logo os cochichos sobre viverem juntas etc etc.

    a B. não teve qualquer problema em contar a determinadas pessoas (e sabia que rapidamente se espalharia) o que tinha acontecido.
    como o falatório continuou decidiram fazer uma vida de casal. a B. explicou ao filho o que se passava e que os meninos iriam continuar a gozar com ele. ele levou a sua vdinha para a frente não se importando com a situação, aprendeu a não ligar ao que os meninos diziam. a mãe e a A. tinham amigos/amigas que eram amigos/as e as respeitavam, de certa forma ajudaram-no porque pessoas ditas normais não os desprezava e gostavam deles. é lógico que não chama mãe à A. nem lhe chama pai ou tia. chama-a pelo nome apenas. respeita-a e faz o que ela lhe ensina, é educado e o melhor aluno na escola e na catequese. passou a ser uma criança mais calma, sem medos e com vontade de brincar.

    traumas por ser educado por duas mulheres??? não os tem, é uma criança feliz, inteligente e calma. a única altura em que fica com aprensão no olhar e tem um comportamento defensivo é quando falam no pai à frente dele.

    esta é uma de muitas histórias veridicas que exitem bem ao nosso lado.
    é lógico que uma criança tem de crescer com valores femininos e masculinos e esses valores tem de lhe serem dados por mulheres e homens.

    ninguém substitui ninguém da mesma forma que uma mãe é uma mãe e um pai é um pai cada um tem o seu papel junto da criança. uma mãe solteira ou divorciada não pode ser mãe e pai porque isso seria baralhar os valores femininos/masculinos na vida da criança.

    beijos a todos
    g.

  39. Sou pai de duas crianças pequenas e se vivesse com um gajo não estou bem a ver quem é que fazia aquele papel de mãe que eu por muito que me esforce não consigo fazer.
    Uma criança até pode ser filha de pais divorciados que a mãe continua a ser fundamental.
    Mesmo no caso de duas mulheres não imagino uma delas a fazer de “papá”.
    Um gajo por gostar de barbies não é obrigatoriamente uma potencial mãe de uma criança.

  40. Aceito que mais vale a criança estar com um casal homossexual que só e desprotegida, mas não me venham dizer que é a mesma coisa que a situação convencional de ter um pai e uma mãe.
    Nunca será igual.

  41. Caro Paulo Kali

    O que é um homem fazer o papel de mãe…

    e

    O que é uma mulher fazer o papel de pai?

    E já agora para todos os outros leitores, o que é um avô ou avó fazer o papel de pai, de mãe e de avô ou avó?

    Uma simples pergunta gera tanta confusão!!!

  42. “quem é que fazia aquele papel de mãe que eu por muito que me esforce não consigo fazer.
    Uma criança até pode ser filha de pais divorciados que a mãe continua a ser fundamental.
    Mesmo no caso de duas mulheres não imagino uma delas a fazer de “papá”.”

    Paulo sinceramente não percebo a tua confusão. Mas porque raio algum dos homens tem de fazer o papel de mãe???? no meu ponto de vista 2 homens são dois homens e como tal devem educar a criança sendo pura e simplesmente dois homens independentemente do que fazem para além da porta do quarto. o mesmo vale para duas mulheres nenhuma delas terá de “encarnar” o papel de homem. são pura e simplesmente duas mulheres e é assim que deverão fazer crescer as suas crianças. ensiná-las desde pequenas que são diferentes, que são duas mulheres que se gostam e berebebeu pardais ao ninho se o quiserem explicar às crianças na altura que elas compreendam, caso contrário também o terão de o fazer quando forem questionadas.

    sinceramente não consigo entender a vossa confusão no caso da adopção. adopção não é procriação logo adopção pode e deve ser feita por qualquer pessoa a qualquer pessoa ou animal.

    já agora se for uma pessoa sózinha a adoptar uma criança??? o que vai ser?? mãe e pai?? eu não acho correcto. como mulher se tivesse uma criança minha ou adoptada jamais representaria o papel de mãe e pai, de mulher e homem. deixaria que os homens da minha família lhe transmitissem os valores do papel masculino. da mesma forma como represento o papel feminino nas crianças dos meus amigos/amigas sozinhos.

    da mesma forma que também não aceito que uma mulher viúva, divorciada, separada (sem o pai presente) tente fazer o papel dos dois. jamais podem desempenhar o seu papel e o papel do outro deverá sempre recorrer aos amigos ou homens da família.

    em caso de crianças de pais divorciados eles SEMPRE tiveram pais presentes e conhecidos. as crianças que estão para adopção muitas delas foram pequenas e nunca viram e não sabem quem é a mãe e o pai.
    é claro que eu, como mãe adoptante nunca ensinaria que era a mãe deles, ou melhor não me faria passar por mãe biológica assim que a criança tivesse capacidade para entender lhe diria que ela tinha uma mãe e um pai biológico, que a gerou e a fez nascer mas que eles não estão presentes. eu era apenas alguém que decidi responsabilizar-e por ela como eu filho. e, se vivesse com outra mulher nenhuma das duas teria que fazer o papel de pai e mãe. desempenhariamos o papel de mulher quanto muito de mãe.

    e já agora diz-me o que farias se um casal, e que o homem fosse um pai a 100%, daqueles pais activos na vida dos filhos, que lhe mudam as fraldas, que os trata na doença, que lhes dão de comer, que os levam ao parque brincar, que os leva à escola, ao médico, às vacinas, que assistem ao jogo de futebol ou ao teatrinho da escola, se divorciasse e o homem assumisse uma relação com outro homem mas quisesse continuar a ser um pai presente a 100% como tinha sido até ai como farias??

    kisses

  43. Quando a igreja e as falsas moralidades deixarem de reinar em Portugal, talvez este país ande para a frente. Até lá vamos continuar a levar com motivos a acções muito pouco pessoais e muito moralistas.

    Se existe algum Deus (o que dúvido, mas é apenas a minha opinião), então Ele deve ter dado um cérebro a cada pessoa para ela o usar. Se usarmos todos o mesmo, não saímos do mesmo sítio.

    A IMB não pegou nas ‘janelas’ do Bill Gates porque não tinham futuro e agora elas são as portas do mundo.

    Kiss & Hug

  44. vocÊS acham vem as imagens que puseram isso tem algum jeito È uma vergonha

  45. asdasd, as falsas moralidades nunca deixarão de fazer parte desta sociedade. Uma sociedade que se rege pelas aparências, pelo que é virtuoso de fachada mas podre por dentro, nunca mudará por completo.

    Beijo doce

  46. Carla não entendi nada LOLLOL isso foi para nos rirmos um bocadinho? Ou és mais uma virgem ressabiada? LOL

  47. Grande debate! Grande g.! tocaste em todos os pontos que eu queria tocar! Concordo a 100% contigo! Só quero acrescentar que a adopção, a meu ver, tem de ser feita por pessoas com excepcional capacidade para amar os filhos, independentemente das suas opções sexuais. Já bastam os pais biológicos desnaturados que existem!

  48. Gente que papo interessante Olha eu moro com uma companheira e criamos um filho adotado por mim lindo ele está cerescendo chamando nos duas de mãe lá ele ja consegue ver duas mulheres que se amam muito o restante nós explicaremos a ele com o tempo

  49. Olá. Vim aqui parar por intermédio de um comentário que deixaram no meu blog… E ainda bem! É bom ver estes temas discutidos sem ser apenas na esfera homossexual. Deixo a minha opinião, que como homossexual que sou e sendo eu “casado” com o meu lindão há já quase seis anos, também me toca. Sempre sonhei vir a ser pai… No dia em que decidi assumir a minha homossexualidade, uma das coisas que mais me custou foi precisamente saber que o sonho de ter um filho nunca se iria tornar realidade. Hoje, penso diferente (sim, porque embora seja homossexual não quer dizer que tudo seja fácil em relação à minha sexualidade), porque acredito que mais dia menos dia a adopção por casais homossexuais será permitida. Mas antes disso faltam os casamentos… Mas pronto, em relação à adopção, compreendo as dúvidas, os preconceitos, as confusões. Para mim a coisa resume-se a pôrmo-nos no papel da criança que está numa instituição para ser adoptada. Perguntemos a essa criança se prefere ter um lar e viver com duas mulheres ou dois homens a ter que passar o resto da vida sem pais? Perguntem a tantos filhos de pais separados, a órfãos, se o facto de terem tido pais heterossexuais evitou o sofrimento pelo qual supostamente passaram… A relação entre pai e filho resume-se a AMOR… Alguém consegue imaginar um bom pai ou uma boa mãe a relacionar-se bem com um filho que não ama, ou vice-versa? Acredito piamente que a criança que está para adopção precisa de AMOR, de uma mulher, de um homem, de duas mulheres, de dois homens, de um homem e de uma mulher… A sociedade só confrontada com esta realidade conseguirá afuguentar os macacos que ainda pairam no sótão. Eu tenho perfeita consciência que se um dia viermos a adoptar uma criança, eu irei ser um excelente pai e ela irá ser uma criança feliz, porque não me sinto diminuido pela minha sexualidade nem esta diminui o valor de uma criança…

    Vou por um link no meu blog para estes comentários…

    Já agora podem aproveitar e fazer uma visitinha: http://gay.blogs.sapo.pt

    Abreijos

  50. Apesar de isto ser ja antigo eu so agora encontrei, assim darei a minha opinião :
    A adopção de crianças por parte de homosexuais ou lésbicas deveria ser legalizada na minha opinião. Hoje em dia, do meu ponto de vista, vivemos numa sociedade ainda minada de preconceitos, e aqui em Portugal temos ainda um espírito muito tacanho. Afinal de contas o que é que um casal “normal”, digo normal apenas para que entendam ( a união entre elementos do sexo oposto) terá para oferecer, que um casal de homossexuais ou lésbicas não tem? O problema apontado por muitas pessoas é que estes ultimos iriam influenciar a criança nas suas escolhas e orientação sexuais. Nós não podemos fazer juízos antes do tempo e não podemos ainda dizer que seja errado, na minha opinião. E depois? Se eles por acaso orientassem a criança para a homossexualidade? É assim tao errado? Se muitos de nós dizemos que não temos nada contra homossexuais, então como poderemos dizer que temos algo contra um filho educado e orientado para esse sentido?
    Eu tenho desgosto de viver num mundo em que as pessoas manteem uma mente fechada e preconceituosa. Sim, porque o problema é todos nós temer-mos o desconhecido. Porque o tememos, rejeitamo-lo, e negamos a estas pessoas a opurtonidade de darem algo como o afecto e o amor a uma criança, quando pra mais existem muitas crianças em instituições á espera de uma família definitiva que lhes dê o que necessitam. Acham que uma criança vai sequer pensar no facto de ter dois pais ou duas mães? A criança pretende ser apoiada e estar segura, viver num agregado estável, e isso é algo que até num casal normal não se vê. Hoje em dia o divórcio é algo extremamente comum, e logo aqui vemos que é um risco, mas não so para homossexuais, mas sim para toda a comunidade. Chega de preconceitos, porque temos nós de impor regras ou proibições a terceiros? Preocupemo-nos connosco, com a nossa vida, o nosso rumo, e deixemos que os outros construam o seu, na medida que mais lhes convém e que os faça mais feliz. No fim de contas, todos nós procuramos felicidade, que felicidade teremos se a rejeitarmos a outrém?

  51. portanto… por onde começar… sim também vim aqui parar muito tarde… mas é o que dá só andar agora a ver estes blogs Grin
    sim, é mais um tema Daqueles XD
    em primeiro lugar eu não acredito que a sexualidade de uma criança seja influenciavel pelos pais, sejam eles heterossexuais ou homossexuais. Muito menos acredito que um casal homossexual unfluenciará muito mais um filho a ser homossexual do que os casais heterossexuais influenciam os filhos (ou tentam) a serem heterossexuais. Muito pelo contrário, um casa heterossexual cria um filho (por norma) como se ele, à partida, fosse heterossexual. O que acontece é que por vezes ele é heterossexual e por vezes não, mas isso nunca aconteceu (essa escolha que ele fez) por causa dos pais, mas sim de uma opção que ele tomou em beneficio da sua felicidade.
    Por outro lado, penso eu, um casal homossexual, quando adopta um filho, já o vai criar de forma a que este tenha o conhecimento das duas sexualidades dando-lhe, aí, uma muito maior possibilidade e facilidade de escolher conforme as suas vontades e a sua felicidade. Enquanto que um filho de pais heterossexuais com tendencias a ser criado para ser heterossexual terá maiores problemas em contar aos pais se é homossexual, um filho de homossexuais não terá qualquer problema em assumir-se como heterossexual ou homossexual perante eles e, também, perante o mundo, pois por trás dele tem todo um apoio de uns pais que o prepararam para enfrentar esse tipo de coisas (tal como para todas as outras que um bom casal de pais heterossexual ou homossexual deve educar o filho)
    Com isto quero dizer que acho absurda essa acusação. Nenhum gay é gay porque os pais são heterossexuais. Então porque é que um gay devia ser gay porque os pais são homossexuais? Os pais é que, logo à partida, gays ou não, deviam educar os filhos a saberem que a sua sexualidade é uma opção e não uma obrigação.
    Para que este comentário faça sentido neste post aqui vai a minha opinião que se torna, neste contexto, um pouco obvia. Sou inteiramente a favor da adopção de crianças por parte de um casal homossexual pois acho que vai ter uma educação apropriada, não melhor, não pior, não igual ao dos casais heterossexuais, mas sim apropriada. Quanto a uma questão que está localizada lá muito em cima, eu adorava ser adoptado por um casal homossexual, talvez por adorar ser diferente dos outros, talvez porque sou uma personagem de opinião duvidavel nesta questão, por ser homossexual e por querer vir a poder encontrar alguém com quem partilhar tanto a minha vida como a de uma ou mais crianças, e porque seria bem mais facil contar aos meus pais sobre a minha sexualidade do que o vai ser quando o for. mas pelos vistos existem homossexuais que não concordam com a adopção por casais homossexuais, não é? então… eu, simplesmente, discordo da opinião deles ^^
    beijos complexos, inte

  52. e eu concordo bastante com o que disseste, sinceramente é uma pena como questões como estas se colocam na sociedade, sao uma real afronta á felicidade de uma pessoaThinking

  53. então mas se este país não está preparado para um referendo deste tamanho, se as manifestações pouco iram servir porque serão vistas como uma afronta e mais um exibicionismo do povo (peço desculpa se estou errado, mas pelo menos é a ideia que me fica, é que quem se manifesta é sempre considerado um exibicionista que não se sabe expressar de outra forma – mas qual!? que meios a mais temos para isso?)
    a educação sexual que já se falou lá em cima? lá dizem os entendidos que isso já está certo que irá acontecer, mas quando? e de que forma é que isso vai acontecer? é para depois andarem os pais a fazerem manifestações porque os professores andam a ensinar coisas que “não devem” aos filhos dos outros, a “enfiar coisas na cabeça”? e isto não falo deste assunto em particular mas de todos os que englobam a educação sexual… que volta é que irão dar a isto!? será que vão, realmente, tocar nos assuntos fulcrais desta sociedade? eu apoio esta decisão, acho que toda a informação é pouca, no que toca a este assunto, visto que todos os anos surge uma grávida em cada região (isto assim dito de uma forma mais abstracta, na esperança que um por escola seja um exagero, e é… mas pronto)
    já não sei por onde pegar este tema… mas já estava na altura de se divulgar, ou melhor, das pessoas se darem ao trabalho de pesquisarem por meios próprios, sobre todas estas pequenas coisas, ou então de começarem a pensar por elas mesmas… isto sobre o aborto foi uma tristeza… cheguei a ter pessoas à porta da minha escola, muitas pessoas tiveram, a darem bebes a simular o que era um bebe de 10 meses… e filmes daqueles que se falaram nos telejornais, e houve um monte de informações que as pessoas se deixaram levar só pelo que “ouviam dizer”, e em vez de pesquisarem com tanto livro e tanta gente com internet que existe neste país, ovelhinha seguiu pastor, ovelhinha seguiu ovelhinha que seguiu pastor… etc. Confused
    enfim… pontos de vista… mas até onde chegam eles? até aqui Razz eheh
    inte

  54. esta opinião pode parecer vaga e confusa, mas assinalando aquilo que referiste sobre as pessoas não se darem ao trabalho de pesquisar e de se informar sobre o assunto e simplesmente se “deixarem levar” por opiniões alheias é parte do problema, mas isso não é só sobre este tema, é sobre tudo. Acho que por estas pessoas aceitarem qualquer argumento que lhes pareça plausível não estão preparadas para participar no referendo, tal como disseste. Não somos autonomos o suficiente para ter opiniao propria sobre o assunto, grande parte das opiniões das pessoas sobre o tema baseiam-se em argumentos mais que rebatidos, e se tiveres a opurtonidade de ir numa conversa mais aprofundada com alguém sobre aborto ou algo do genero, o “cidadão comum” vai ficar facilmente sem argumentos, não vai conseguir defender propriamente o seu lado, porque as ideias que pretende transmitir não foram reflectidas convenientemente, foram apenas captadas e retransmitidas.

  55. olha… é que nem mais… nem menos… é exactamente isso Wink andam todos À espera que o trabalho seja feito por eles e mal pensam que isso está a acontecer fazem exactamente aquilo que disseste, ouvir e aceitar, copiar e escrever, sem nada a acrescentar… só para mexericos é que “quem conta um conto acrescenta um ponto” enfim… Shock pode ser que surja aí uma nova geração mais autonoma e que não pense que sabe o que é melhor para ela mas que faça por se informar sobre isso! quem sabe… é que perde tudo a noção que muitos não nos informam mas impingem-nos as informações que lhes “dão jeito” para ganhar um lado ou outro! Até esses perdem toda a razão. Não nos mostram aquilo que pesquisaram, apenas aquilo que descobriram que reforça o ponto de vista deles! é o nosso mundinho, é a nossa raça! mudar está nas mãos de todos… mesmo que seja só um aqui e outro ali, um dia, se assim acontecer, seremos muitos XD quando aprendermos naquilo que dizemos: a união faz a força (credo, pareço um político…) Eek!Alien
    inte

  56. Pois é, pra que as coisas mudem ainda muita discriminação e preconceito vai permanecer, e autonomos devemos tornar-nos. As pessoas deviam deixar simplesmente de “apanhar o comboio” como se diz, e ver a vida facilitada em certos sentidos, numa sociedade cujo lema (entre muitos muitos outros) é Facilitar. Eu cá ainda vejo muitos entraves, se facilita aqui, dificulta ali. No fim de contas falta-nos evolução psicológica. Um dos problemas é que a mente já está viciada, é como o sistema político, é um círculo vicioso e interminavel. A solução? Acho que só mesmo como dizes, ” um dia seremos muitos”… pra abrir os olhos á sociedade.

  57. esquecime que estava a comentar aqui e assinei com o nick maxraider do meu forum, mas é o Ângelo Simões que está a comentar Wink

  58. Já tendo escrito um comentário sobre o tema, basicamente mantenho tudo o que disse. Apenas acrescento que a questão da adopção por homosexuais, não tem que ver com as opções e preferências/tendências sexuais das pessoas. Clarificando: um ou uma homosexual pode ser tão responsável e brilhante na educação de uma criança como um/a heteresexual. E por ter opções sentimentais/sexuais diferentes das de nós( eu..tu…não sei de outros..ehhhe) não significa que vá condicionar as mesmas opções no educando. Pode fazê-lo ou não. Tal como fazemos como heterosexuais. Não queremos confunfir o casal parental com o matrimonial ou sexual, principalmente em possibilidade de haver divórcio, mas neste caso já queremos fazer essa confusão? Há que abrir a nossa mente. E não estou a ser conclusivo. Apenas a reflectir, contigo. E..já agora, tambem mantenho e reforço os meus comentários, de há um ano, sobre a tua maravilhosa pessoa, doce e belissimma Su! (lol)

    Isto para declarar, publicamente, sem pejos, como adorava conhecer-te melhor, a cores…
    Beijo guloso (tal como em Março de 2007)

    http://nadadenovonafrenteocidental.blogspot.com/

  59. boas…
    parece que sim, parece que o lema da nossa política chega a ser, ‘dar a sensação de liberdade’. fingem que nos dão algo de um lado, e vão tirando o apoio que tinhamos por trás, e acabamos por nos afastar de uma aflição para nos irmos deparar com outra. que sentido é que faz, ou que prazer é que lhes dá? mais uma vez eu digo que não percebo nada de política, mas é uma questão de começar a prestar mais atenção ao mundo que me rodeia e penso que será fácil compreende-la em três tempos. como te deves aperceber, só falo da sensação que me dá ao captar pequenas coisas aqui e acolá.
    esperemos mesmo, então, que um dia sejamos muitos. parece que a questão do aborto só precisou de tempo para ser aceite, e pode ser que esta situação (só!?) precise de algum tempo (talvez muito tempo, sejamos reais) e de muita aceitação por parte do povo Rolls Eyes já nem é uma questão de ficar sentado a ver, tal como não é uma questão de andar por aí a gritar ao mundo, mas o que deverá acontecer, na minha opinião, é que esta questão se espalhe por aí fora, como em conversas do dia-a-dia, como tenho visto que tem vindo a acontecer para os meus lados. (sinceramente, nunca falei tanto de sexualidades com heteros e homos como agora) e para não nos focarmos só nisto, porque não é só disto que a nossa sociedade sobrevive, se bem que outros hão de lutar por outros pontos de vista comuns diferentes deste, a sociedade tem de começar a falar mais nestes assuntos, integrar-se na politica… por mais chata, massadora e sem interesse que seja ou pareça. (vai lá com tempo)
    bem… deixando a conversa da política que estou a tornar-m deveras repetitivo, só quero dizer também que acho que gostei desse teu passo sutra, o de voltar a por este post na mira de mais gente. é verdade, é um assunto que não morre até porque de há um ano para cá já se nota, ou noto eu, uma grande evolução na mente das pessoas, e parece que as gerações tendem a aceitar cada vez mais um conjunto de características que não eram aceites antes. estamos a tornar-nos mais humanitários e menos robóticos, faço a expressão e explico-a, já não existe o ‘modelo humano’, existem seres humanos que agora podem dar-se ao luxo de serem como são a partir do momento em que não destroem a liberdade dos outros.
    e acho que por hoje já disse tudo, inte ^^

  60. E disseste muito bem ‘alguém complexo’

  61. Alguém complexo, achei por bem trazer de novo à discussão, ao observar como estava a ser debatido nos últimos dias. Smile

    Já agora, chamo a atenção para o blog do allfx2003, o qual, apesar de não referir este assunto em concreto, fala de algumas questões pertinentes [politiquices] Wink

    Quanto à questão abordada, reitero o que disse acima Wink

    Beijo doce

  62. Mais vale uma criança com dois pais ou duas mães que uma criança sem pais ou com pais como alguns que infelizmente andamos a gramar nos telejornais.

    Porém, estará a sociedade preparada para tal? Não poderá vir a criança a sofrer de rejeição social ou de “gozo” (ólho filho dos “panascas” ou das “fufas”)?

    Um argumento a favor, outro contra. Conclusão: Nim ConfusedConfused

  63. Não, a sociedade não está preparada para isso!

    Se viesse um referendo sobre esta decisão, a resposta seria um massivo Não!
    Sem dúvidas! Confused
    Provavelmente até aqueles que não apareceram no último, lá iriam só para ‘não permitir tal coisa’. Infelizmente… é assim Frown

    Beijo doce

  64. pra ser sincero tmb nao entendo de politica, apenas me chego a revoltar com certas discriminações, e fico com sérias duvidas acerca daquilo que aprendo na escola acerca de evoluções sociais, e afins.
    Já agora o argumento do gozo relativamente á criança adoptada, é um risco que se tem de correr, agora podes tu perguntar : é correcto submeter a criança a esse “sofrimento”? Eu acho que uma criança educada com base no desprezo e simples desinteresse por comentários desagradáveis se desenrasca muito bem. E vá lá, sabemos como sao as crianças, e sabemos que podem ser extremamente mordazes com certos comentarios (influencias dos pais ou falta delas) e sabemos tambem que mesmo não so as crianças mas tambem toda a sociedade adora criticar tudo o que nao conhece, de forma a sentirem-se melhores com os seus proprios defeitos, logo a situação dá-se quer venha de pais homosexuais, quer detenha qualquer debilidade motora ou seja por razões estéticas, estamos sempre sujeitos á critica alheia.

  65. Definitivamente sim,,,, claro q tem prós e contras,,, mas mais vale uma criança ser educada, criada e amada por um “casal” de homossexuais do q por um casal heterosexual q n os trate condignamente,,, por exemplo com maus tratos fisicos e psicologicos,,,, DEFINITIVAMENTE SIM!!!! HCL

  66. Eu sou a favor em todos os aspectos, é apenas uma questão de mentalidades e nada mais.

    Acho mais grave o que aconteceu e é noticia pela negativa a situação nas escolas onde alunos não respeitam os professores do que um casal homo adoptar uma ou mais crianças.

  67. achas mais grave? tamos a falar de tirares a uma criança a opurtonidade de fugir a varias familias de acolhimento, ainda achas que é mais grave faltas de respeito por professores? n digo k n seja grave, mas nao dá seker pra estabelecer comparaçoes na minha opiniao. sao coisas diferentes msm :S n teem relaçao

  68. Meu caro Angelo Simões, é preciso antes de mais ver as respostas e perceber as mesmas.

    O tema que a Sutra abriu foi:

    A adopção e os homossexuais!

    Sim ou não?
    Referendo para esta questão – sim ou não?

    Eu sou da opinião que se devia avançar para a abertura a casais homo a adopção de crinças sem ser necessário recorrer a um referendo, entendido!

    Acho que sim é grave a falta de respeito cada vez mais crescente entre as pessoas e acima de tudo porque a educação também começa nas escolas é grave um aluno ou uma aluna ter falta de respeito para com um professor ou um docente.

    Há regras no ser humano e não respeitar o próximo é grave… não respeitar um homosexual é grave… etc, etc.. deu para entender agora!

  69. Agora está entendido sim, e peço desculpa pela confusão, interpretei de outra forma anteriormente.

  70. boas…
    acabei de vir de outro blog para comentar outra solução à adopção, as barrigas de aluguer, de um dos comentadores deste blog: cristms »» http://gay.blogs.sapo.pt , que merece o seu destaque até porque foi ele que me ‘trouxe’ até a aqui! Já lá o disse, e repito aqui, que acho as barrigas de aluguer uma boa solução, e digo aqui algo que não disse lá, tudo aquilo porque a criança terá de passar é exactamente o mesmo que, neste caso, uma criança adoptada teria de passar.
    A dita ‘humilhação’ que as crianças fazem passar umas às outras porque são diferentes é cruel mas, se elas já forem bem mentalizadas disso, ou tiverem, simplesmente, uma boa mente, tudo é suportável, pois temos em casa o amor dos nossos pais, a quem sempre vamos recorrer quando somos crianças e precisamos de apoio (e isto falo por mim)! Portanto, o que é que está aqui que é mais importante?

    » Que a criança fique num lar, sem uma relação parental:
    » mas que não sofre nas mãos dos colegas por ter pais homossexuais,
    » mas que corre o risco de sofrer nas mãos das outras crianças por não ter pais (porque isto é verdade, as crianças conseguem ser assim tão cruéis)
    ou
    » É preferível que a criança tenha alguém com quem possa viver,
    » partilhar a sua vida,
    » recorrer quando tiver problemas de maior grau, desde sofrer nas mãos dos colegas como sofrer por coisas normais da Vida!?

    Não nos podemos esquecer de que já fomos crianças, e que provavelmente já fomos assim tão cruéis, e que aprendemos com isso, ou que já fomos aquelas crianças que sofreram nas mãos das outras crianças cruéis, e que também aprendemos com isso, ou que já fomos dos dois, por uma questão de manter o ciclo do sofre/vinga, e que também com isso foi possível aprender qualquer coisa! Pelo menos no meu caso, eu soube aprender com isso! E soube arrepender-me, e soube aperceber-me, ou então ensinaram-me a saber aperceber-me que vivo numa sociedade e que isso me obriga a aprender a respeitar o outro, e é isso que todas estas crianças precisam de aprender.
    Isto não dura para sempre, a criança terá aqueles a quem pode recorrer, ela, algures, poderá ter amigos, lá porque ela é gozada não implica que não tenha um único amigo. Mais uma vez vou projectar sobre a minha experiência pessoal, mas as coisas são assim, aprende-se com a Vida, e eu estive muito perto de uma situação assim. E a criança em questão sofreu muito tempo (meses que chegaram a completar, no mínimo, um ano) nas mãos dessas outras crianças, mas ela tinha amigos, ela tinha pais em casa que souberam apoiá-la e defendê-la, e foi assim que ela ‘sobreviveu’ e soube dar a volta por cima.
    São crianças… estão neste mundo para aprender, e umas mais que outras sofrem mais mas aprendem mais, e umas mais que outras gozam mais e, se tiverem a sorte de se aperceberem do que fazem, aprendem mais. Logo… não quer dizer que esta sociedade esteja preparada para aceitar a adopção por casais homossexuais, mas as crianças estão dispostas a aprender, tal como quando a minha professora soube da situação que nunca se tinha apercebido, porque as crianças também sabem ser manhosas, ela soube ensinar e soube fazê-los ver o erro, e em apenas um dia, e com apenas uma simples explicação do erro, aquela criança levou com toneladas de pedidos de desculpa e nunca mais foi gozada pela mesma razão, pelo menos, não pelas mesmas crianças, agora jovens e adultos.
    Por isso é mais uma questão que deriva daqui e que abranjo nestes comentários… (e lá fui eu a falar todo inspirado… por aí fora Eek!)
    Mas eu acho que é uma questão de esperarmos um pouco… a sociedade está a crescer, e tudo demora a crescer. Se é que posso comparar, eu ainda não encontrei uma única pessoa que tenha ficado chocada com a minha homossexualidade. De entre rapazes e raparigas, heterossexuais e homossexuais, ainda não tive uma única reacção negativa. Eu sei que estou muito afortunado nessa questão, e sei que ou tenho muita sorte ou vivo numa sociedade que está a crescer, está a evoluir, e que acredito que consiga ser cada vez mais consciente de que o mundo que a rodeia não sobrevive daquilo a que já chamei de “modelos-humanos”! Acredito que muitíssima gente votaria não, mas acredito que toda essa gente pertencesse a uma faixa etária bastante elevada, desculpem generalizar, mas as gerações à volta da minha parecem-me estar cada vez mais susceptíveis a aceitar. Ou então sou eu que sou muito ingénuo! Prefiro ir acreditando que não!
    inté ^^

  71. boas…
    acabei de vir de outro blog para comentar outra solução à adopção, as barrigas de aluguer, de um dos comentadores deste blog: cristms »» http://gay.blogs.sapo.pt , que merece o seu destaque até porque foi ele que me ‘trouxe’ até a aqui! Já lá o disse, e repito aqui, que acho as barrigas de aluguer uma boa solução, e digo aqui algo que não disse lá, tudo aquilo porque a criança terá de passar é exactamente o mesmo que, neste caso, uma criança adoptada teria de passar.
    A dita ‘humilhação’ que as crianças fazem passar umas às outras porque são diferentes é cruel mas, se elas já forem bem mentalizadas disso, ou tiverem, simplesmente, uma boa mente, tudo é suportável, pois temos em casa o amor dos nossos pais, a quem sempre vamos recorrer quando somos crianças e precisamos de apoio (e isto falo por mim)! Portanto, o que é que está aqui que é mais importante?
    » Que a criança fique num lar, sem uma relação parental; mas que não sofre nas mãos dos colegas por ter pais homossexuais, mas que corre o risco de sofrer nas mãos das outras crianças por não ter pais (porque isto é verdade, as crianças conseguem ser assim tão cruéis)
    ou
    » É preferível que a criança tenha alguém com quem possa viver, partilhar a sua vida, recorrer quando tiver problemas de maior grau, desde sofrer nas mãos dos colegas como sofrer por coisas normais da Vida!?
    Não nos podemos esquecer de que já fomos crianças, e que provavelmente já fomos assim tão cruéis, e que aprendemos com isso, ou que já fomos aquelas crianças que sofreram nas mãos das outras crianças cruéis, e que também aprendemos com isso, ou que já fomos dos dois, por uma questão de manter o ciclo do sofre/vinga, e que também com isso foi possível aprender qualquer coisa! Pelo menos no meu caso, eu soube aprender com isso! E soube arrepender-me, e soube aperceber-me, ou então ensinaram-me a saber aperceber-me que vivo numa sociedade e que isso me obriga a aprender a respeitar o outro, e é isso que todas estas crianças precisam de aprender.
    Isto não dura para sempre, a criança terá aqueles a quem pode recorrer, ela, algures, poderá ter amigos, lá porque ela é gozada não implica que não tenha um único amigo. Mais uma vez vou projectar sobre a minha experiência pessoal, mas as coisas são assim, aprende-se com a Vida, e eu estive muito perto de uma situação assim. E a criança em questão sofreu muito tempo (meses que chegaram a completar, no mínimo, um ano) nas mãos dessas outras crianças, mas ela tinha amigos, ela tinha pais em casa que souberam apoiá-la e defendê-la, e foi assim que ela ‘sobreviveu’ e soube dar a volta por cima.
    São crianças… estão neste mundo para aprender, e umas mais que outras sofrem mais mas aprendem mais, e umas mais que outras gozam mais e, se tiverem a sorte de se aperceberem do que fazem, aprendem mais. Logo… não quer dizer que esta sociedade esteja preparada para aceitar a adopção por casais homossexuais, mas as crianças estão dispostas a aprender, tal como quando a minha professora soube da situação que nunca se tinha apercebido, porque as crianças também sabem ser manhosas, ela soube ensinar e soube fazê-los ver o erro, e em apenas um dia, e com apenas uma simples explicação do erro, aquela criança levou com toneladas de pedidos de desculpa e nunca mais foi gozada pela mesma razão, pelo menos, não pelas mesmas crianças, agora jovens e adultos.
    Por isso é mais uma questão que deriva daqui e que abranjo nestes comentários… (e lá fui eu a falar todo inspirado… por aí fora Eek!)
    Mas eu acho que é uma questão de esperarmos um pouco… a sociedade está a crescer, e tudo demora a crescer. Se é que posso comparar, eu ainda não encontrei uma única pessoa que tenha ficado chocada com a minha homossexualidade. De entre rapazes e raparigas, heterossexuais e homossexuais, ainda não tive uma única reacção negativa. Eu sei que estou muito afortunado nessa questão, e sei que ou tenho muita sorte ou vivo numa sociedade que está a crescer, está a evoluir, e que acredito que consiga ser cada vez mais consciente de que o mundo que a rodeia não sobrevive daquilo a que já chamei de “modelos-humanos”! Acredito que muitíssima gente votaria não, mas acredito que toda essa gente pertencesse a uma faixa etária bastante elevada, desculpem generalizar, mas as gerações à volta da minha parecem-me estar cada vez mais susceptíveis a aceitar. Ou então sou eu que sou muito ingénuo! Prefiro ir acreditando que não!
    inté ^^

  72. “Temas quentes” só me ocorre o Aquecimento Global. Quanto aos homossexuais, é uma escolha que lhes deveria ser conferida. Não acredito que se induza o comportamento sexual tal como muitos pais não o conseguem em termos de transmissão de valores e regras de cidadania. Acho que quem se opõem receia sim, que dessa forma se permita que o homossexualismo seja cada vez mais assumido e socialmente aceite por via da educação dos seus filhos adoptivos. Qualquer dia estamos a discutir se crianças devem ser adoptadas por muçulmanos, que podem transformá-las em terroristas ou até mesmo por políticos que as poderão transformar em mentirosos compulsivos…

  73. Bem…
    …caso a caso, tal como a adopção por heterosexuais. Não vejo diferença.
    Há pessoas que por mais vontade que tenham, não tem estrutura.
    Há pessoas que, por mais estrutura que tenham, não tem vontade.

    Caso a caso, sempre.
    Afinal falamos da vida toda de uma criança…

  74. Sim!

    Quem tem condições para adoptar deve poder fazê-lo.

    Mas atenção, há uma coisa que eu acho curiosa, quando se fala em homossexuais e adopção, fala-se ou imagina-se maioritariamente dois homens a adoptar uma criança, cada vez mais se faz a distinção entre homossexuais (bixas, paneleiros etc..) das fufas, embora seja tudo homossexualidade, mas adiante.

    Aquilo que me apercebo pelo que vou lendo é que existe uma reforçada censura a dois homens adoptarem uma criança, das mulheres nem se costuma falar, talvez por associarem as mulheres de imediato à possibilidade de elas poderem gerar os seus próprios filhos… e também inerente às mulheres está sempre o seu lado maternal.

    Os homens, parece que fica-se esquecido que também têm/sabem educar uma criança…

    A mim tanto me faz quem adopta uma criança, desde quie lhe dê aquilo que ela realmente necessita, desde o básico, educação, alimento, vestimenta, abrigo, é também fundamental dar-lhe aquilo que ela mais necessita, até que a maior parte das crianças que estão para adopção são crianças que estavam em risco, e não crianças órfãs, elas precisam de afecto, amor, atenção, e todos os outros pozinhos necessários para que uma criança cresça de forma saudável.

    Mais vale elas terem 2 pais ou duas mães, e serem felizes do que não terem ninguém… e terem uma vida de tristeza, sofrimento etc…

    Existe ainda muitas barreiras que têm e devem ser derrubadas, uma delas são as questões sociais relativas à homossexualidade.

    E mais, um casal de mulheres podem ter filhos (ambas.. imagine-se) as crianças nascem e têm duas mães… um casal de homens… não pode ter filhos, mas pode ir fazê-los ao casal de lésbicas 8ai que confusão) e todos têm filhos e filhas e vivem como lhes aprover dando educação, amor carinho e tudo o mais aos seus rebentos.

    As crianças que estão no sistema para adoptar… por lá ficam até terem idade de virem para a rua… porque já passaram da idade de estarem na instituição, saem instituídas, tristes, revoltadas…

  75. ´na verdade nao basta apenas falar q ê contra , na verdade vc tem que demosntrar q vc realmente (com atitudes) que vc realmente nao tem preconceito… bom isso e pessoal … mais se maguei vc desculpe-me,…

  76. anny, acho que acabámos por não entender do que pedes desculpas LOL

  77. Boas,
    É um estado espiritual para aprimorarmos novas existências!!LOL

  78. Jane, a adopção por homossexuais é um estado espiritual para aprimorarmos novas existências?

    Nunca tinha visto por esse prisma Cool

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