Tango-Paixão

Posted by Sutra under Diário on Friday May 30, 2008


Agarrou-a. Prendeu-a entre os braços, puxou o corpo feminino contra si. Olhou-a profundamente e disse-lhe com o silêncio do olhar, a paixão que lhe corroía as entranhas. Ela sentiu o gume aguçado do calor da boca que quase roçava a sua. Diluiu os seus dedos nos dedos masculinos. Entrelaçou a sua perna na que a conduziria.
Forte. Poderoso. O som que entoava dentro e fora dos corpos. Sensualidade e ritmo. Calor crescente. Voluptuoso.
Ele comandou o circular no soalho envernizado. Ela deixou-se levar. Com a segurança de que quem comandava aquela paixão era ela. Com a sua sedução. O corpo vermelho de formas delineadas pelo olhar masculino.
O porte. A garra. A paixão. Os gemidos de um acordeão argentino. E o rodopiar de pernas entrelaçadas que se acolhem no erotismo de cada passo.
Desejo. Olhar que transpira e respira sentidos alucinados.
Corpos envolvidos na dança sensual. O soalho reflecte a excitação em cada instante. E ri-se daquele bailado que culminará na rendição. Dele. Dela. De ambos?
Acorde final. Troca de olhares.
Ele olha-a, dominador. Ela seria dele.
Ela baixa o olhar. [In]Submissão. Sabia que ele seria dela.
Dois vencedores na dança do desejo.
Tango-Paixão.

© Sutra 2008

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Notas de Contos

Posted by Sutra under Diário on Friday May 30, 2008


Há um tempo atrás decidi publicar alguns contos em locais separados do site, à semelhança do que já tinha feito antes com um deles. Por isso, poderão acompanhá-los noutros espaços, também abertos a comentários, e ir lendo capítulo após capítulo.
São eles:

Caminhos Traçados
e

Sessão de Cinema

Outros mais surgirão.

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The Life – namorados, casos

Posted by Sutra under The Life on Thursday May 29, 2008

Antes de dar continuidade… deixa lá fazer um… ‘apanhado geral’.
O Ricardo, o Chico, o João, o Miguel, ou o Paolo (o espanhol). Pedro, Zé, Quim, Paulo, Carlos, André, Pedro (outro), Sérgio, Igor, Fernando, Paulo (outro), Miguel (outro), P.,Luís, Rui, Vítor, João (outro), Rafael, Daniel, ‘Ele’. Não propriamente por esta ordem.
Aventuras, namoros, casos, quecas, curtes. Paixão, desejo. Amor. Vontade.
Agora… venha o restante desenrolar de aventuras, segredos, fantasias e experiências a que já me acostumei a derramar no fundo branco deste site.

Eu tinha de fazer esta reflexão… Oops! é para não me perder… Oops!

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The Life – VI

Posted by Sutra under The Life on Wednesday May 28, 2008


1994-95
Dos 14 aos 15 anos.
Namorado: João. Meio arruivado, com umas sardas no nariz que o incomodavam a ele mas que eu considerava darem-lhe um ar de graça rebelde, muito natural. A troca tímida de olhares era a constante nos intervalos das aulas. Não éramos da mesma turma, mas as nossas salas de aula ficavam no mesmo pavilhão, no mesmo piso. Por isso, o encontro era constante e os amigos em comum. Uma primeira festinha de aniversário foi o princípio de tudo entre nós. A proximidade, a música. Dos risos aos toques de mãos. Do abraço ao beijo. A curte. Muitos beijos, muitos abraços, encostar de corpos, roçar de peito. Entrelaçar de pernas.
Essa foi a primeira vez que curtimos, mas não a última, antes de começarmos mesmo a namorar. Aliás, na escola éramos considerados um ‘parzinho’ muito antes de ele se virar para mim e perguntar: ‘queres namorar comigo?’. Parecia daquelas coisas à ‘antiga’, eu que achava que já nem era preciso pedir, bastava demonstrar a vontade.
Nessa semana, na escola, trocámos mais uns beijos num dos intervalos. Duas semanas depois, outra festa e curtimos de novo.
Depois, uma festa de Carnaval e lá nos enrolámos de novo em abraços, beijos, toques de mãos. De cada vez, a exigência era maior na busca de sensações.
Pouco antes de começarmos a namorar, veio a experiência curiosa e excitante com mais quatro colegas: Paula, Diogo, Carlos e Glória.
Era uma tarde chuvosa. Eu, fechada no sótão, olhava pela pequena janela redonda a chuva que caía incessantemente. Não tinha havido aulas nesse dia e os meus pais tinham ido trabalhar, deixando-me só em casa, com a senhora que vinha fazer a limpeza diariamente. Na verdade, ela vinha apenas algumas horas por dia e eu ficava sozinha a seguir ao almoço e até à hora de a minha mãe chegar pelas 17 horas.
O João telefonara na hora de almoço para saber o que eu ia fazer de tarde e se queria passar pela casa dele, mas recusei. Não me apetecia sair do meu canto, principalmente com o dia assim. Disse-lhe para vir ele e que poderíamos ficar no sótão na conversa ou entretidos com algum jogo. Disse-me que esperava o Carlos, a Glória, a Paula e o Diogo, e que não sabia se eles quereriam ir.
Eram 14h30m quando tocaram à campainha, já a D. Natércia tinha ido embora, fazendo com que saísse junto da janela e descesse as escadas apressadamente. Eram eles cinco, abrigando-se debaixo de guarda-chuvas.
Fiquei super contente com a sua vinda e, rumámos directamente para o sótão, depois de ir buscar algumas camisolas e casacos para trocarem pelas molhadas.
Já com roupas secas, resolvemos jogar à verdade ou consequência, como fazíamos muitas vezes nas casas uns dos outros e até nos intervalos das aulas. Mas, naquele dia tudo parecia diferente. O ambiente, as palavras., os sorrisos, as perguntas, as insinuações e… as consequências.
O Diogo começou por mandar a Glória despir a camisola, como consequência. Seguiu-se o João a mandar-me tirar o casaco. Depois, a Paula que tirou as botas, o Carlos que despiu a camisola, o João, o Diogo. E não demorou muito para estarmos apenas com t-shirts.
O ambiente estava quente e não apenas por o aquecedor estar ligado, mas pelos nossos corpos e pela aventura que estávamos a viver. Pensando bem, hoje, não era nada de especial, mas naquela altura era algo tão diferente, tão… novidade. Provocávamo-nos continuamente e estávamos num impasse se continuávamos a despir ou não. A curiosidade atraía-nos e, sem nos questionarmos, continuámos o jogo.
Meia hora depois estávamos apenas em lingerie, nós raparigas, e eles em boxers. A excitação era notória nos bicos dos seios ainda em crescimento e naquele volume que eles tentavam disfarçar, mas ao mesmo tempo se orgulhavam. Um misto de vergonha e de vontade de mostrar a sua masculinidade. Os nossos rostos corados de excitação e vergonha. Mas com vontade em ver ainda o que dali poderia surgir. Separámo-nos dois a dois, espalhando pelo espaço, eu ao colo do João, a Glória quase deitada nas pernas do Carlos, a Paula no meio das pernas do Diogo. Houve beijos, línguas entrelaçadas, roçar de dedos em seios, coxas apertadas contra coxas. Calor, desejo. E nada mais.
Ficámos assim naquele ambiente excitante por mais alguns minutos. Eram quase 17 horas e a minha mãe estava quase a chegar e foi o que nos fez parar. Se tivéssemos continuado, não sei que mais teria acontecido.
Poucos dias depois, já bem no fim de Fevereiro, em mais uma tarde no meu sótão.Eu estava de cabeça deitada no colo dele enquanto ele me mexia nos cabelos. Uma manta cobria-me até ao pescoço e ele estava enrolado noutra, já que o tapete, apesar de grosso, não evitava que passasse o frio do chão. E as suas mãos desceram para o pescoço onde ficaram a fazer festinhas durante alguns minutos, não interrompendo a conversa. Falávamos sobre a escola, sobre as dificuldades, professores, colegas, os namoros deste e daquela. E as mãos desceram mais um pouco, já roçando a elevação dos seios. Seios… algo pequeno ainda que mal fazia volume, mas que já sabia denunciar perfeitamente quando me excitava. Como naquele momento. E ele brincava com os bicos que sentia mais rijos, já que os seus dedos haviam passado para debaixo da camisola. Suspiro aqui, suspiro ali e a conversa ficou esquecida, dando lugar ao encostar de lábios e entrelaçar de línguas. Beijos lentos, tacteadores. Beijos de eternas descobertas. Até que me virei e fiquei semi-deitada no seu colo, enquanto ele me abraçava pelas costas. Voltámos a falar quando a respiração voltou ao normal.
E ele pediu-me em namoro. Não recordo agora o diálogo, nem cheguei a anotar as palavras. Só as sensações. O gosto doce da boca dele na minha. Nesse dia permanecemos no sótão até depois da minha mãe chegar a casa. Pela primeira vez tocou-me entre as coxas, acariciando com a palma da mão, por cima da roupa. As sensações que passavam pelo meu corpo sempre que ele descia a mão e a apertava contra o meu sexo, eram indescritíveis. Também o toquei no volume acentuado do sexo. Acariciei, a palma da mão a subir e descer por aquela dureza que que latejava.
Aproveitámos para estar languidamente deitados nos braços um do outro enquanto estivemos sozinhos, para depois estudarmos quando a minha mãe chegou. Foi a forma de passarmos mais tempo juntos sem ela se aperceber do que se passava. Vim a saber algum tempo depois, que ela se apercebeu desde o início.
O tempo que usufruímos juntos foi muito bom e bonito. Mas também terminou um dia, meses depois, já eu estava com 15 anos. Em Outubro, quando ele conheceu uma outra miúda e se interessou por ela. Fiquei triste na altura, senti-me abandonada, trocada. E, como acontece nestas idades, extrapolamos tudo ao máximo, parecendo que o mundo vai acabar só porque um namorado nos troca por outra. Mas, na verdade, foi só um namoro que terminou. Um namoro de adolescente.

Atenção ao próximo

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Provocação

Posted by Sutra under Diário, Fotografia on Wednesday May 28, 2008


Dedico-a a um amigo recente que gosta de fotografia.

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Saudosismo

Posted by Sutra under Diário, Fotografia on Tuesday May 27, 2008

Saudades.
É o que sinto do tempo em que vivia em Lisboa. Claro que ainda tenho o apartamento à disposição e que fico a dormir por lá algumas vezes. Está vazio, com cheiro a fechado. Fico quando me é útil. Mas nada se compara ao constante residir naquela rua apertada, bairrista, onde as vozes de bons dias entre vizinhos, ainda persistem, apesar de todo o comodismo, narizes empinados e olhares atentos aos próprios umbigos, a que se assiste hoje em dia.
Há lugares que não mudam, tradições enraizadas que não morrem. E o agradável convívio entre pessoas que se conhecem há décadas, perdura, contra os semblantes fechados de quem passa e não está habituado a tanta amabilidade no seu quotidiano.
Vivo desde Julho de 2005 num lugar onde não conheço uma única pessoa. No apartamento sou recebida efusivamente sempre que lá vou. – Ai, menina, há tanto tempo que não a via – diz-me a dona do Pilas, o gato azarado que morreu atrás das gatas. Curiosamente, deixou de ser tão resmungona comigo desde que fui para o outro lado. – Desde que daqui saiu, nunca mais foi a mesma coisa – insiste, levando-me a tentar adivinhar se sente saudade ou alívio. Digamos que, enquanto ali vivi, não havia propriamente um enorme sossego, nas idas e vindas, entradas e saídas e, hoje, acabo por lhe dar alguma razão para os seus achaques. A idade também tem a sua influência.
Entro, abro a janela da sala e olho para as que se me apresentam a escassos metros. O velhote do prédio em frente faleceu no ano passado. Gostava de olhar quando eu andava em lingerie pela sala… sem cortinados na janela. Antes, tinha a sua sempre aberta, agora vejo-a cerrada, portadas fechadas e uma tristeza que envolve as paredes do prédio. Apesar de a mulher ser muito razinza, a verdade é que eles eram muito ligados um ao outro. Viveram uma vida em comum por mais de 50 anos.
Estendo-me no sofá da sala e fecho os olhos. Foi aqui que tudo começou, sabem? Foi aqui que dei início aos Contos Secretos.


E esta, uma das primeiras fotos.


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O nosso desejo

Posted by Sutra under Diário on Friday May 16, 2008

Uma vez concordei contigo em que este seria nosso, já que foi escrito pelos dois, mas… acho que ele é tão extraordinário e mostra o modo como tu também o escreveste, que… não resisto a mostrá-lo.
Tu sabes quem és, não preciso de dizer mais nada.
Palavras assim não devem ficar ocultas.
Como irei chamar?
Que tal: ‘O nosso desejo’?

VIP[Very Important Post]: ‘The Life’ continua depois desse conto.

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3 ANOS

Posted by Sutra under Diário, Fotografia on Tuesday May 13, 2008

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Quarto vermelho

Posted by Sutra under Diário, Fotografia on Sunday May 11, 2008


Muito mais tarde… muito mais…
Fica no sótão…
Lembram-se de falar nele?

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The Life – V

Posted by Sutra under The Life on Tuesday May 6, 2008


1993.
13 anos.
Namorado: Carlos, da mesma idade que eu, andava na mesma turma e tinha um jeito de quem sabia muito, mais para tentar mostrar algo, do que de facto. Mas achei-lhe graça, principalmente porque adorava contrariá-lo quando ele começava a tentar contar as suas histórias nas quais tentava aparentar ser um herói. Chegámos a discutir algumas vezes, pois ele ficava todo irritado sempre que eu tentava desdenhar das suas façanhas em que ele aumentava sempre mais uma enorme percentagem de fantasia em relação à realidade.
E, entre teimosias, picardias e algumas brincadeiras e joguinhos, lá nos fomos conhecendo melhor e, ao fim de dois meses de aulas, começámos a namorar.
Como foi? O mote foi dado num jogo de futebol.
O grupo das raparigas tinha ido ver o jogo de futebol da nossa turma, no torneio inter-escolas que tinha começado. Ainda eram só alguns jogos de treino, mas nós estávamos lá sempre que podíamos para apoiar os rapazes. Quando chegou o intervalo fomos até junto dos balneários – não era para os espreitar – quer dizer, nós até tentámos, mas não adiantou grande coisa. E como eles estavam a perder o jogo – não me recordo por quantos e não anotei no diário, nessa altura – queríamos dar uma força.
Não resisti a dizer que eles pareciam uns franguinhos e que, a jogarem tão mal, não acreditava que ganhassem. Na verdade, eu queria fazer sair o espírito de macho tipo queres ver do que sou capaz?, com aquele desafio, mas o Carlos ficou tão furioso que nem me deixou dar o beijo de boa sorte como demos todas a toda a equipa – beijo inocente no rosto. Dele, só obtive um vais pagar-mas, e eu esperava que sim – no resultado do jogo e não só.
E, realmente, parece ter dado resultado, porque ele meteu um golo logo no início da segunda parte da partida. Acabaram por ganhar com uma diferença de um golo, mas o mais giro foi o ar vitorioso dele no fim do jogo, embora confesse que eu também devia ter o mesmo ar, vaidosa por ter dado resultado aquele meu desdém-fingido.
Quando saíram dos balneários, lá estavamos nós à espera deles, e o Carlos puxou-me para o lado, para me perguntar se eu ainda queria dar o beijo ao franguinho, mas dessa vez de «parabéns». Respondi-lhe que já tinha passado o prazo, mas ele agarrou-me desajeitadamente e deu-me um beijo nos lábios. Nota de rodapé no diário – gostei do beijo, a pele dele estava perfumada e apeteceu-me continuar. Devo ter corado tanto.
A partir daí, havia algum embaraço, olhares cúmplices e mais alguns quase-beijos, durante dois dias. Quase-beijos – expressão engraçada – são daqueles que tocam no cantinho dos lábios, do género falta só um bocadinho assim – e ainda não ouvia o do Danoninho.
Começámos a namorar a namorar três dias depois desse jogo de futebol. Ele enviou-me um bilhete na aula a dizer que gostava muito de mim e eu retribuí. No intervalo seguinte, demos o primeiro beijo. Nota de rodapé no caderninho – foi atrás do pavilhão das aulas de inglês.

Este já foi um namoro com mais alguns avanços. Já me considerava experiente, imagine-se. Mal sabia eu que ainda aprenderia o que sei hoje. E tanto que ainda há por aprender. Que bom.
Umas das notas sublinhadas que tenho no diário é – «senti uma impressão muito grande na barriga quando ele me tocou no peito».
Pois é… O Carlos foi o primeiro a explorar um pouco do meu corpo. A verdade é que não passou dos seios e do rabo, não se aproximando do meu sexo, mas as sensações que ele me fazia sentir deixavam-me de um modo que eu não sabia explicar bem, nem entendia o que significava concretamente. Ficava excitada, aprendi algum tempo depois. Tal como me faziam sentir as revistas do meu pai que eu via às escondidas, mas melhor ainda, porque sentia as carícias no meu próprio corpo.
Os bicos dos seios ainda pequenos, ficavam durinhos, espetados contra as blusas que vestia ou contra o sutiã que raramente usava.
Curioso como recordar isto a esta distância se torna engraçado e me faz pensar – mas como eu era!
Com o Carlos também eu me atrevi a ir mais longe nas minhas explorações e, não foram raras as vezes em que a minha mão dançou por cima das suas calças, acariciando timidamente a dureza que sentia entre as suas coxas. E como me excitava…
As mãos dele também ora apertavam os seios, ora apalpavam o meu rabo, principalmente quando estava sentada ao seu colo, como fazíamos muitas vezes. E foram tantos os momentos em que, com as pernas em redor da sua cintura, eu me atrevia a balançar o corpo de forma a deixá-lo ainda mais excitado o que demonstrava pelo rubor que o invadia. E no meu sexo, sentia o corpo duro dele, enquanto me apertava com força contra o peito.
Mas nunca passou disso.
Na verdade, acho que fui vivendo cada experiência no tempo certo.
Este foi o namoro que marcou os meus 13 anos.

E vou avançando para… outras experiências…

© Sutra 2008

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Mãe

Posted by Sutra under Diário on Monday May 5, 2008

Eu sei que o Dia da Mãe foi ontem, mas não quero deixar de saudar todas as Mães do Mundo.
A minha já abracei e beijei… ontem.

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Nature

Posted by Sutra under Diário, Fotografia on Thursday May 1, 2008

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