Adopção / Homossexuais

Posted by Sutra under Actualidades on Monday Mar 31, 2008

A adopção e os homossexuais!

Sim ou não?
Referendo para esta questão – sim ou não?

Falem dos prós-contras e porquês!

Nota – sim, eu gosto de temas quentes 8)

20/Março/2007

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Este tema tem sido debatido nos últimos dias, meio escondido dos olhares de quem vem espreitar as novidades.
Por isso, aqui fica ele de novo, porque merece todo o destaque e porque as participações têm sido extraordinárias. Curiosamente este artigo tinha mais de um ano. Mas é sempre actual.
31/Março/2008

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Bairro Vermelho

Posted by Sutra under Diário on Friday Mar 28, 2008


RED LIGHT CENTER

clica e atreve-te



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Um player

Posted by Sutra under Diário on Friday Mar 28, 2008


Isto é o que vão passar a ver ali na coluna do lado para escutarem música quando cá vierem. Não está em modo automático para não obrigar a ouvir quem não queira.
Têm de clicar no nome da música para a ouvirem, por não ter o Auto-play.
E a primeira música é precisamente… YES!! Hoje é...


music player
I made this music player at MyFlashFetish.com.

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Divorciem-se

Posted by Sutra under Actualidades on Thursday Mar 27, 2008

É desta que me vou casar!
Assim, se depois não funcionar, já não tenho de arrastar nenhum processo durante anos LOL


Queres casar comigo? Oops!


Calma, não comecem já aos pulos. Ainda é só uma proposta do PS - a do divórcio, claro.
A de casamento é outra história Razz
Vejam mais aqui: fim do divórcio litigioso com base na culpa


Será que isto pode fazer com que terminem as guerras onde se usam as crianças como armas?
Não esqueço a situação de um amigo meu e da guerra que a mulher (ex) lhe fez por causa do filho Confused

Nota: Incrível é ver comentários como o de uma leitora que afirma que, ‘para dar marteladas não é preciso casar’ e que ‘ninguém separa o que Deus uniu’. Então e quem não casa pela Igreja? Quem é agnóstico?



Agora, falando seriamente. Esta medida já deveria ter surgido há muito tempo. Não há justificação para se prolongar durante anos a agonia de um divórcio simplesmente por uma questão legal, por teimosia e por uma vontade incontrolável de guerrear com o cônjuge [ou futuro ex], por magoar o outro.
Por outro lado esta medida do Governo parece ser mais um acto que visa apenas criar uma boa imagem de mudança, preparando terreno para as próximas eleições. É como a do Iva [notícia de ontem]. Com a agravante de ter rejeitado uma ideia semelhante que havia sido proposta pelo BE.

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Saboreia[me]

Posted by Sutra under Diário, Fotografia on Wednesday Mar 26, 2008


Não é chocolate,
Mas desliza pela pele
E exala um perfume único.
Se queres sentir o seu sabor
Diz-me:
De onde o queres beber?


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Amêndoas e chocolate

Posted by Sutra under Diário on Monday Mar 24, 2008

Este foi um fim-de-semana repleto de iguarias cobertas de chocolate. Amêndoas foram poucas, tirando as que partilhámos entre beijos e lambidelas. Mas o chocolate esse foi em abundância. No meu corpo. No dele. Nas mãos, nos dedos.
Escolhida a dedo a divisão vazia para dar azo a toda esta gulodice. Apenas um lençol branco a cobrir o chão. Um pote cheio de chocolate derretido e um desejo louco de partilhar tanta doçura.
Muito riso para adicionar aos poucos.
Revezamo-nos nas carícias. Na paixão que extravasava dos nossos dedos.
Umas vezes mais agitado, outras mais suavemente, o chocolate manteve-se no ponto ideal por horas.
Os corpos ficaram cobertos daquele creme doce acastanhado e cobertos um pelo outro. O som de pele contra pele foi substituído por um som alucinadamente guloso.
Por perto sobraram algumas amêndoas espalhadas. As que dançaram nas nossas bocas complementaram este dia do chocolate.
Quando repetimos?
Pode ser chantilly da próxima vez?

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Feliz Páscoa

Posted by Sutra under Diário on Thursday Mar 20, 2008

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Disponível para um chá?

Posted by Sutra under Diário on Wednesday Mar 19, 2008

Perguntou-me se eu estaria disponível para um chá o que me levou a reflectir sobre o que poderia tê-lo feito chegar à conclusão de que eu gosto de chá. Mais que isso. Se teria algum tempo disponível para ele. Verdade seja dita, ele questionou, não afirmou. Mas, aquele sussurro inesperado no meu ouvido, vindo de um desconhecido, admirou-me, e deixou-me sem nem saber o que pensar, quanto mais dar resposta imediata. Olhei-o sobre o ombro. Detive-me nos seus olhos azuis. ‘Nunca me atraíram homens de olhos azuis, nem sei bem porquê’. Manias de quem até prefere ver a ‘cor’ atrás do olhar. Por cima da sua cabeça o marcador das senhas de atendimento que se mantinha inactivo há mais de dez minutos. – Aqui? – pergunto-lhe distraidamente, enquanto no meu cérebro uma frase martela ‘Um chá de ervas medicinais? Estará a querer dizer que tenho aspecto doente e necessito de alguma ‘mezinha’?’
‘Deixa-te disso’ – ralho comigo mesma, mas não deixo de colocar o nariz num ângulo com maior elevação. – Temos uma pastelaria aqui mesmo ao lado.
‘Porque não?’ – penso. Os olhos descem para os papéis que tenho nas mãos – a espera pelo atendimento enerva-me. – Sim, claro. Aceito. – e lá me atrevi a um meio sorriso.
O ar de cumplicidade pela forçada impassividade da espera levou-me a aceitar o convite. Talvez o meu semblante de triste resignação lhe tenha despertado algum instinto ‘paternal’. [Não rias] Que importa? Tudo junto levou a que o incómodo inicial por ter aceite aquele convite, se dissipasse rapidamente. – Em vez de um chá, prefiro um café – e saiu-me um sorriso mais natural – pode ser? – O que quiseres – respondeu-me, enquanto pedia para si mesmo um café igualmente – deves estar a perguntar-te o porquê do convite. – ... pois, é natural. – Confesso que não esperava que aceitasses – sorriu. E aqui sim! O meu instinto [não o maternal, obviamente] despertou, com a beleza daquele sorriso. – Hesitei, mas não tinha porque não aceitar. Principalmente pela surpresa da ousadia e pela originalidade do ‘chá’.
Ricardo [esse o seu nome] com uma gargalhada, soltou: – Foi a primeira coisa que me saiu da boca.
[Que bom que não foi algo mais inesperado] – Em vez de estarmos ali como ‘monos’ à espera que o tempo passe a olhar continuamente para o mostrador enquanto os números passam, achei melhor sentarmo-nos e conversarmos.
Sorri de volta.
Banalidades nos primeiros minutos. Conhecimento nos segundos. Provocações e insinuações dos terceiros até nos despedirmos. Duas horas depois.
Nesse espaço de tempo, toques de joelhos debaixo da mesa de café. Olhares que pareciam querer ler mais do que a alma queria revelar. Trocas de mensagens subtis de atracção recíproca.
O regresso à sala de espera do serviço público, onde as paredes pareciam ter adquirido uma tonalidade diferente, durante a hora e meia que havia decorrido entretanto.
Fui atendida e, quando me preparava para lhe dizer adeus, puxou-me a mão e, virando a palma para cima, escreveu com a esferográfica que já tinha preparada, o seu número de telemóvel.
Sorri de novo.
O beijo de despedida foi dado no canto dos lábios, fazendo com que quase provasse o seu gosto.
Não digo quando foi.
Mas o seu número está guardado no meu telemóvel.
Quem sabe se ele estará disponível para um chá uma destas tardes.

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Yaaaahhhhh!!

Posted by Sutra under Diário on Monday Mar 17, 2008

UFA!

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Sem título – VII

Posted by Sutra under Conto em Conjunto on Sunday Mar 9, 2008

No capítulo anterior:

Observou por instantes aqueles lábios lisinhos, brilhantes, com uma leve penugem bem aparada, carnudos, inchados e escuros da volúpia que sentia no momento. Perante aquela visão que o descontrolou ainda mais, penetrou-a firmemente de uma só vez enterrando o seu membro até obter resistência. Sentindo-a palpitar e a apertar-lhe o membro como se o estivesse a morder, prendeu-lhe o cabelo com uma mão e forçando-lhe a cabeça para si começou a movimentar-se dentro dela com vigor, deixando-a alucinada, fazendo-a soltar gemidos e pequenos gritos abafados do fundo da garganta que pediam para ir mais rápido.
Como animais no cio, foderam assim até ela gritar num orgasmo que lhe sacudiu o corpo fazendo-a enterrar-se mais nele e fazendo-o vir-se logo de seguida.


Caíram exaustos no sofá e, abraçados, continuaram a explorarem-se um ao outro. Gonçalo foi descendo pelo corpo dela aos beijos aninhando-se na junção das pernas de onde escorriam os sucos. Abriu-as e começou a lambê-la lentamente, rodando a língua pelo clítoris inchado e sensível. Encaixou a sua boca na feminilidade e esteve ali deliciado a saborear o gosto daquela mulher, a sentir o seu prazer. E ele sabia-o pela viscosidade que já se lhe ia acumulando de novo ao redor do sexo quente que o deixava de novo com o membro rijo e a querer penetrar mais uma vez aquele corpo feminino.
Como que adivinhando, Eliane deslizou para o tapete para assim também usufruir do prazer que era ter a carne masculina na sua boca. Segurou-o firmemente deslizando por ele com uma mão em movimentos lentos, de baixo até lhe cobrir a glande e depois, muito lentamente, ia descobrindo de novo bem junto aos seus lábios. A visão do pénis quente, latejante, encimado pela glande como um cogumelo perfeito deixava-a doida. De repente, sem que Gonçalo contasse acolheu entre os lábios o pénis túrgido e deixou que lhe penetrasse a boca, alojando-o no interior quente. Ele quase que se veio ao sentir-se de repente envolto naquela boca quente e sedosa a acariciá-lo sofregamente. Mas Eliane ainda queria mais prazer e não deixou que ele se viesse, facilmente o controlou e continuou a lamber ao longo do pénis, deixando-o louco com tal tortura.
Não aguentavam mais de tanta tesão e desejo, rebolando de corpos entrelaçados. Ele continua a tocar-lhe e a beijá-la, acariciá-la onde sabia que a deixava em ponto de rebentar numa explosão de prazer. O orgasmo aproximava-se e as ondas que invadiam os seus corpos cresciam alucinadamente, até os fazer cair num grito e estertor de prazer, os fluidos de cada um derramados sobre o outro.
Ao vê-la com as mãos, a boca e as faces lambuzadas veio beijá-la, misturando assim os seus sabores através das bocas que tanto desejo provocaram. Estavam exaustos, mas ele pegou nela ao colo e levou-a para a cama. Precisavam ambos de encontrar forças para mais tarde continuarem pois não tinham vontade de parar.


Eram 7h da manhã quando Eliane fechou a porta do apartamento de Gonçalo e se encaminhou para uma paragem de táxi. No corpo levava as marcas da paixão daquela noite, no pensamento o turbilhão em que se encontrava imersa. Por um lado, a vontade de continuar o que começara com Gonçalo, como ele mesmo dissera, antes de sair da cama quente: “quero ver-te logo”; por outro lado, o facto de saber que Fábio chegaria nessa semana a Lisboa. O que viria fazer? Há quatro anos que não se viam, fizera na véspera. O pouco contacto que tinham tido nos últimos seis meses levara-a a pensar que não haveria volta a dar na sua relação. E agora a voz quente, melodiosa, a proximidade do dia em que se veriam de novo. O regresso dele… que surpresas lhe traria?

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Upa! Upa! O nosso dia… que é todos os dias

Posted by Sutra under Diário on Saturday Mar 8, 2008

Ah pois… hoje é Dia da Mulher!
Obrigada ao Jquim_30 Smile
E obrigada a ‘Ele’ pelas rosas da hora de almoço!
E logo… há bombons? Oops!
Sou doida por chocolates e… ele sabe! Oops!

Já agora, Feliz Dia da Mulher a todas as mulheres!

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Corpo – Ombros e Costas

Posted by Sutra under Diário on Thursday Mar 6, 2008


Continuo a percorrer o seu corpo, descendo do pescoço até aos seus ombros, onde as minhas mãos se deleitam, tacteando os contornos onde encosto a cabeça outras vezes, sentindo o abrigo do carinho com que me brindas. Os músculos desenham na minha imaginação sensações que alimentam os meus dedos conforme os pressiono na pele. Tacteio. Massajo. Leio a excitação com a ponta dos meus dedos. Braille. Humidade na pele. Na tua. Nas palmas das mãos. Desejo estremecido é o sinal do que poderá ainda estar por descobrir.
Contorno o corpo que se entrega nas minhas mãos como se o esculpisse pela primeira vez. Obra prima da minha volúpia. Relanceio os olhos pelas nádegas masculinas firmes e bem delineadas. Não me deterei por aqui. Mas agora são as tuas costas que me atraem a entregar os meus seios de mamilos erectos à sua suavidade plana. Um arrepio percorre-me a espinha enquanto esmago o meu sentir de encontro ao corpo falsamente inerte. Desejo-o. Os dedos iniciam uma descida vertiginosa abaixo da cintura. Busco o meu objectivo.


Nota: este é a continuação de Corpo-Boca e Corpo-Pescoço. Alguém se recorda?

© Sutra 2008

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Aumentam o preço do café?

Posted by Sutra under Diário, Fotografia on Wednesday Mar 5, 2008

Acabei de ouvir que vão aumentar o preço do café!

AUMENTAR O PREÇO DO CAFÉ??

Estão doidos!? Shock Evil

30% Hum?! Como?! BAH!! Evil

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Zé – o encontro tórrido!

Posted by Sutra under Diário on Monday Mar 3, 2008

Mal entrámos no seu apartamento, dei conta logo de algo que me recordou velhos tempos: junto da janela mais ampla encontrava-se uma mesa rectangular. Sorri, ao pensar como o Zé adorava foder junto a janelas, tendo à frente dos olhos, a paisagem que acabava por perder relevo perante os corpos femininos que serpentevama entre as suas mãos.
Mas era um fetiche deste homem: e agora com a imagem que se me oferecia, entendia que deveria ser um regalo – principalmente com esta visão que podia vislumbrar ainda a alguns metros de distância da janela.
Sabia que me levaria para lá e antecipei-me: de frente para ele, fui recuando passo a passo, as mãos desapertando a blusa, fazendo surgir o peito desnudo, de bicos erectos de desejo. Vi-o entreabrir os lábios e sorrir: – Continuas uma provocadora.
Deixei cair a blusa no chão e os dedos desceram para o fecho das calças, abrindo-o. Dei mais alguns passos até sentir a mesa de encontro às nádegas. – E agora? – perguntei-lhe. – Agora? Já vês que te vou fazer – e, despiu a camisa que atirou pelo ar, desapertou as calças, deixando-as cair nos tornozelos.
Agarrou-me pelas nádegas e sentou-me em cima da mesa, tirando-me as calças que tiveram o mesmo destino que o resto da roupa. Com os pés puxei-lhe os boxers para baixo e vi como o seu pénis estava deliciosamente erguido e pulsava de tesão. Toquei-lhe com os dedos sequiosos e baixei-me para o lamber, com a mesma gulodice de outrora. Enquanto lhe fazia esta carícia que o deixava completamente fora de órbita, o Zé deslizava as suas mãos grandes, pelas minhas costas, até aflorar as nádegas, deixando escorregar um dedo entre elas, avançando num gesto que me fazia estremecer.
Ergui a cabeça, aceitei o preservativo que me estendia, coloquei-o, cruzei as pernas na sua cintura e puxei-o para mim; os seus dedos afastaram o tecido do fio dental e o pénis entrou suavemente, deslizando no conforto de uma gruta quente e húmida que o esperava, ansiosa. Fiz força com os calcanhares nas suas nádegas e entrou profundamente no meu sexo. Gemi. Sentir aquele corpo másculo avançar assim dentro do meu, era um delírio que quase havia esquecido.
Baixou a cabeça e prendeu um dos mamilos entre os lábios, mordiscando-o, lambendo-o, fazendo com que todo o meu corpo estremecesse. O seu corpo movimentava-se de encontro ao meu. Dentro do meu. Com força. Rapidamente. Profundamente. Entrava e saía alucinadamente em busca da satisfação de ambos. O meu corpo bamboleava ao ritmo das estocadas que me faziam tremer de volúpia.
Atrás das minhas costas a vista para o Castelo de S. Jorge de um lado e o Tejo do outro, mas os seus olhos permaneciam semicerrados, enquanto o suor lhe escorria pelo rosto. As suas mãos fincadas na minha cintura, a sua boca no meu pescoço, as suas coxas firmes entre as minhas.
Os meus braços em redor dos seus ombros, as minhas pernas prendendo-o contra mim.
Os suspiros, os gemidos. O desejo. – Ai Su estás um tesão… – Shiuuu… e tu cada vez melhor… não páres… – Gostas de me sentir assim? Gostas? – ...hummm… – Gostas dele todo dentro de ti? – ...hummm… – ... toma… – e as estocadas intensificavam-se mais.
Senti como o orgasmo estava próximo, o meu e o dele. Senti como ele me puxou com força pelas nádegas, erguendo-me o corpo de cima da mesa. E foi assim que se veio desenfreadamente, no meio de um grito que entoou pelas paredes. Não parou de se movimentar dentro do meu corpo e voltou a colocar-me em cima da mesa. Deitou-me para trás e enquanto o seu pénis continuava a entrar e sair do meu sexo, acariciou-me o clítoris, até que o meu orgasmo me abarcou o corpo. Abandonei-me a ele. Gritei. Gemi. Estava enlouquecida pelo prazer. Por aquele momento de puro tesão. De sexo frenético.
Dali, fomos para o duche e de lá... para o quarto… horas e horas de prazer, de muito sexo.
Enfim… foi bom reviver o passado (mas não em Brideshead).
Depois desse encontro, antes dos dias mais quentes de Verão, já nos contactámos algumas vezes, sempre por telemóvel. Não sei quando voltarei a vê-lo. Se é que o farei.

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Vamos bailar os dois?

Posted by Sutra under Diário, Fotografia on Sunday Mar 2, 2008


Quieres bailar conmigo?


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