Free

Posted by Sutra under Diário on Wednesday Feb 27, 2008


(deitados num Domingo de manhãWink – Preciso de ti. – Eu também. – Eu mais. – Porque não eu? – Estás sempre a dizer que gostas de te sentires livre. – Mas eu preciso de me sentir assim para ser feliz. – Não estás bem comigo? – Estou. Mas afogas-me. – Só se for em mimos, amor. – És ciumento demais. – Não sou. – És. – Impressão tua. – Não. – Não o quê? – Não é. – Não sou ciumento? – És. – Preciso sentir-me livre e tu amarras-me. – Afogo-te e amarro-te. E depois? Corto-te aos bocados? – Que mórbido! Cara… Podes deixar de ser parvo? – Amo-te. Deve ser por isso que sou parvo. – Também te amo, mas preciso que me deixes voar de vez em quando. – Está bem, ave rara. Desde que não me fujas. Ou é isso que queres? – Não. Só não me quero sentir numa gaiola dourada. – Por falar em gaiolas, e se te oferecesse um papagaio? – Cala-te e fode-me! Mas… vou ficar a pensar na liberdade… na minha…

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Aiiii!!!

Posted by Sutra under Diário on Wednesday Feb 27, 2008

L-I-B-E-R-D-A-D-E


Hum?

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1.500.000

Posted by Sutra under Diário on Friday Feb 22, 2008

E enquanto o Site Meter estava em baixo, o Contos Secretos, atingiu o lindo número de:

1.500.000 visitantes


Já agora, ontem não continuei a escrever a história do Zé porque tive algo apaixonadamente-erótico-urgente para fazer. Algo assim:

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Zé – reencontros

Posted by Sutra under Diário on Thursday Feb 21, 2008

Acho que ainda se recordam de como eu andava confusa a meados de 2007. A minha antiga paixão-amor pelo Daniel, o relacionamento que tinha com Rafael, a busca por algo que me fizesse dar o passo em frente, a necessidade de encontrar aquela pessoa que nos faz mudar.
Depois, a conclusão de que o Daniel era passado, definitivamente. E, por fim, o ‘not-very-happy-end’ com o Rafael.
E, nesse interregno, entre o fim com Rafael e o início com ‘Ele’ alguns encontros sucederam.
Antes de mais, devo dizer que tive um ‘quase-blind-date’ LOL quem diria, não? Rolls Eyes
Depois, o reecontro com o – não, não fomos à disco de novo Razz mas foi ainda mais intenso que dessa vez. Uffaaaaa Que coisa tão boa!
Tínhamo-nos reencontrado no Carrefour de Telheiras um dia em que andei por lá e, trocámos de novo contacto com a promessa de um encontro. No momento em que nos despedimos e ele, com um sorriso malicioso, me disse ao ouvido: ‘temos de colocar a conversa em dia’ apercebi-me que não seria bem a conversa que iríamos colocar em dia. Como não foi. Quer dizer, foi. E não foi. Ou foi também.
Mas colocámos mais em dia – ou noite – a atracção irresistível de sempre.
Mal tínhamos chegado ao restaurante, só me recordo da pergunta: ’ na tua casa ou na minha?’ e só comemos algo muito rápido e lá zarpámos em direcção ao covil do lobo - a dele.
- Sexo a fazer a digestão pode fazer mal – disse-lhe, jocosamente, quando íamos no elevador. – Então, ainda bem que comemos pouco. A omolete não vai fazer mal - respondeu, enquanto os seus dedos já subiam pelas minhas coxas, se alojavam entre as pernas e pressionavam o meu sexo, coberto pelas calças de ganga. Desapertou-me as calças, enfiou a mão dentro delas, por baixo da tanga que trazia vestida e, empurrando-me contra a parede do elevador, beijou-me sofregamente, enquanto os seus dedos me acariciavam e sentiam a minha humidade. O meu desejo.
Depois de entrarmos em casa… uffff…

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Paixões

Posted by Sutra under Diário on Tuesday Feb 19, 2008

Que confusão de ano que foi 2007. Em questões de sentimentos, emoções, paixões.
Rafael, Daniel. Daniel, Rafael.
Zé.
‘Ele’.
Paixões. Sexo. Quecas rápidas. Amores prolongados.
Por onde começo?

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O Recomeço

Posted by Sutra under Diário on Monday Feb 18, 2008

Têm sido meses de diferenças, de alterações, de vivências inovadoras. Partilhas. Paixão. Sexo. Amor.
Vamos recuar até meados de 2007.
E recomeçar desde aí...

A última queca tinha sido… com quem?... deixa ver… Razz

Ahah!

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Dia de S. Valentim

Posted by Sutra under Diário on Thursday Feb 14, 2008


Feliz Dia de S. Valentim para todos, e não gastem muito porque o importante é Amar.


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Amarrada

Posted by Sutra under Diário, Fotografia on Monday Feb 11, 2008


Amarrada
Da última vez que me amarraste fomos interrompidos duas vezes: primeiro pelo meu telemóvel, segundo pelo teu telemóvel…
Depois disso…
Foi um ‘ai, credo, que bom’ e que gozo que foi.
Bondage? Qual quê! Pura fantasia, paixão, sedução…
E muitos jogos eróticos entre nós…
E quem não gosta deste tipo de jogos?
Não acham que são do melhor para manter sempre a chama acesa?


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Corpo – Pescoço

Posted by Sutra under Diário on Friday Feb 8, 2008


Pescoço.
Na côncavidade formada entre o teu pescoço e o ombro, encontro a almofada da minha boca, o leito do meu rosto, onde descanso o prazer do sorriso que te aquece a pele.
Deslizo os meus lábios desde a orelha, rodeando-a com a humidade do desejo, prendendo o lóbulo macio entre os dentes, segurando-o, enquanto a língua o toca suavemente.
Gosto de provocar assim.
Gosto de deslizar assim pelos teus sentidos.
A minha boca percorre todo o pescoço que se me oferece languidamente, os olhos semicerrados, o suspiro. O desejo. O gemido.
Sinto o sabor da pele que exala o perfume másculo do homem que me alucina.
Beijo a nuca. Sopro na pele. Preparo-me para percorrer o resto do corpo que me espera ansioso.
O pescoço percorrido por inteiro, pelos meus lábios sequiosos, sente a satisfação da carícia finda. Anseia pelas seguintes.
Venha o resto do corpo.


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Swing – (cont.)

Posted by Sutra under Actualidades on Wednesday Feb 6, 2008


[...]achei o swing (através da reportagem) demasiado escondido, snob, as mulheres sempre bem apresentáveis, os homens também. se calhar, com vinhos caros e cocktails num bar, etc, etc.
mas, fiquei satisfeito pela referência ao “não”. saber dizer não é fundamental. quem não sabe dizer não, arrisca-se a ser escrava e não livre[...]

Jorge Vicente


Escondido? Sim. Porque as pessoas sabem que estamos inseridos numa sociedade que rejeita e critica, que vai apontar o dedo a quem não tiver qualquer pudor em dizer que é swinger.
Se é snob, não sei (ou sei?), mas olha que isso de as mulheres e homens sempre bem apresentáveis, também deve ser para ficarem bem na reportagem. Estou a brincar, mas suponho que assim acontece porque os casais se vestem para ‘seduzir’ para ‘conquistar’. E sim, eu acredito no snobismo e já tive oportunidade de o comprovar numa ou noutra pessoa.
Mas, repara, as pessoas é que são snobs já de si mesmas, independentemente de serem ou não swingers. Porque quem não o é, não é pelo facto de se swinger que se vai tornar snob. Mas acho que isso acontece em qualquer grupo que se sinta de certa forma, à margem da generalidade por alguma razão. Tornam-se num grupo fechado, nada receptivo a quem não faça parte do ‘seu mundo’, acabando por ser eles a isolarem-se dos restantes e a considerarem-se superiores. Estou a falar na generalidade, mas a verdade é que só conheço uma ou duas pessoas swingers que são assim. De resto, não tenho o qe dizer. E, como disse, não é por serem swingers que as pessoas são assim, mas porque já faz parte do seu feitio.
Quanto ao ‘não’ nem poderia conceber-se de outra forma. No entanto, parece que se a parte emocional ficou um pouco por revelar [ou muito]. Talvez propositdamente. O que sentem as pessoas com o ‘não’? Um casal está com outro e, aparentemente, existe empatia, no entanto e a dada altura, quando se atinge a fronteira entre o ir e o ficar, apenas um dos cônjuges sente atracção e vontade. O que sente o elemento do outro casal quando é, de certa forma, rejeitado? Não é o que diz para as câmaras, nem sequer o que diz para o outro casal. É aquilo que realmente sente.
Sabendo que há pessoas swingers que me estão a ler, eu dirijo-lhes a questão: o que sentiram quando foram rejeitados? Algum será capaz de me responder aqui?


[...]Tenho a sensação que o meio swinger em Portugal e muito fechado, não permitindo que as pessoas possam ir ver o ambiente sem que tenham conhecidos no meio e os que vão são quase “obrigados” a entrar. Veja-se os exemplos dos foruns, temos que nos expôr em webcams a terceiros para que possamos ler e escrever sobre o assunto. Os jornalistas nessas reportagens só falam dos casos em que as pessoas se dão bem, e os outros em que a coisa dá para o torto?[...]
Ribeiro


Eu também acho que é demasiado fechado. E vou dar-vos um exemplo: eu registei-me no site de swingers para conhecer mais sobre este meio, porque gosto de saber, de conhecer. Porque sou uma curiosa. Já me disseram que para aceder ao site eu tenho de ser ‘aprovada’ através do msn, ligando a minha webcam. Quem já está habituado a ler-me e me conhece há muito tempo, sabe o quanto sou ciosa da minha privacidade e considero impensável ter de passar por uma prova para ser admitido.
Afinal quem é que está a colocar-se como um grupo fechado e como algo que deve ser considerado secreto?
Não deveria ser algo natural?
Entendo que existam muitas personalidades no meio político, desportivo, etc, que façam parte do mundo swing e que necessitem de manter o seu anonimato, daí o facto de ser tão escondido. Mas eu também. Entendo também que existam homens a quererem apenas aceder para se deliciar e até finjam ser mulheres. E, não será assim que continuam a colocar o swing como algo que não deve ser falado normalmente? Algo que deve ficar sempre atrás de portas zelosamente guardadas?


[...]O Swing não passa duma prática (ou opção) sexual como outra qualquer, por isso não é preciso encará-lo como um bicho de sete cabeças ou algo muito à frente porque não o é.[...]
Shakermaker


Eu até concordo contigo, mas acho que é a própria comunidade swinger que se afasta, se fecha e se esconde, ela própria não considerando como uma prática sexual normal. Quando o deveria ser.
Depois temos de diferenciar entre os swingers que se dedicam à prática de modo privado, entre casais que vão conhecendo, e a existência de clubes que convidam não apenas ao swing mas também à orgia e aos menáges, entrando já depois por outras nuances bem diferentes. Incluindo a existência de acompanhantes que são pagas para estar com este ou aquele casal.
Tudo seria normal, se fosse encarado como tal. Será que o é pelos próprios?


[...]Nem sei se será bom este tipo de publicidade… mas também é verdade que a reportagem foi mais factual do que outra coisa, com comentários de psicólogos que não adiantavam muito…
Tem tanta coisa que se lhe diga, o Swing, nas suas múltiplas formas e sem ser entendido como apenas trocas mas sim satisfação de ambos[…]

Shelyak


Shelyak, depois do que já disse, não tenho muito mais a acrescentar e parece que já entendeste o meu ponto de vista.
Também não sei se a publicidade terá sido boa. Parece-me mais que não. Porque foi mostrado um lado demasiado cor-de-rosa, onde tudo parece perfeito, onde os casais se dão todos bens, onde não há ciúme, não há divórcios, separações. Apesar do secretismo foi quase como um convite para se juntarem à comunidade.
Porque sim… acima de tudo é a satisfação de ambos e não apenas a troca.
Com sinceridade… a mim não me convenceu nada. Talvez porque eu sempre procure respostas, principalmente as palavras não ditas.


[...] só abordou o swing dos clubes, fala superficialmente da importância da internet, nem sequer aborda os blogs. além disso, existem pessoas que fazem swing sem recorrer a nada disso e é impossível contabilizá-las. Também acharia importante focarem a questão da protecção contra doenças e gravidezes indesejáveis[...]
carpe vitem


Pois é e por isso eu fiz aqui referência a ele, mais acima. Poderiam ter referido esse swing, e tentar recolher testemunhos. Mas parece que a reportagem foi simplesmente virada para os clubes. Por outro lado, dá a ideia de que o swing existe há pouco tempo em Portugal, quando ele existiu desde sempre pelo mundo.
Quanto ao que falas de ‘gravidezes’ e doenças indesejáveis parece que se trata de um cuidado já implícito em qualquer prática sexual que envolve troca de parceiros, sem ser necessário fazer-lhe referência detalhada [embora relembrar nunca seja demais, também é certo].

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Confessionário

Posted by Sutra under Diário on Tuesday Feb 5, 2008

O mais mulherengo e sacana de todos os homens da paróquia ajoelha-se no
confessionário: – Perdoai-me, padre, porque pequei. – Quais são os seus pecados, meu filho? – Muitos, mas o mais recente é o caso que tive com uma senhora casada desta
paróquia. – Diga-me o nome dessa senhora, meu filho. – Isso não razoável, padre. – Diga-me, é a esposa do farmacêutico, aquela loura? – Não, não! – Ah, meu filho. Então foi a mulher do presidente da camâra. – Também não. – Ah, já sei: só pode ter sido a irmã da Dona Julia! – Não. Nenhuma dessas, padre. – Meu filho, se você não me disse quem é essa mulher, eu não poderei lhe dar a
absolvição.
O fulano zanga-se e sai bruscamente do confessionário. À porta da igreja
encontra um amigo que lhe pergunta: – Então, o padre absolveu-te? – Não. Mas deu-me três dicas sensacionais!

NOTA: vou começar a responder ao tema SWING

© Sutra 2008

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