Reportagem Swing
Posted by Sutra under Actualidades on Thursday Jan 31, 2008Alguém ontem viu a reportagem da RTP sobre o Swing?
O que acharam?
Para quem não viu, podem ver aqui:
© Sutra 2008
Alguém ontem viu a reportagem da RTP sobre o Swing?
O que acharam?
Para quem não viu, podem ver aqui:
© Sutra 2008
Era para colocar a continuação da viagem pelo Corpo [sim, tem continuação e já há mais duas partes escritas], mas resolvi fazer um break no conto-sem-título [ainda estou a transcrever a parte que foi escrita por vários] e no Corpo, para deixar aqui uma questão…
Há muito tempo que fechei a tampa daquele baú que é a minha vida, não foi?
Deixei quase de falar sobre… segredos…
Estou a pensar em voltar a abrir o baú...
© Sutra 2008
No capítulo anterior:
Pararam porque o desejo era muito e não o poderiam fazer ali. Tirando os dedos levo-os ao meio do beijo, lambuzando os lábios de ambos com o sabor dela. Ainda inebriado com o cheiro do sexo dela conduziu rapidamente até ao seu apartamento parando apenas no restaurante chinês perto de casa para levarem algo pronto e rápido para jantarem depois do sexo.
No elevador Eliane aproveitou-se do facto de ele ter as mãos ocupadas a segurar as embalagens de comida, para lhe abrir os botões das calças e lhe tirar o membro rijo levando-o aos lábios deixando-o doido não só com a visão dela agachada a passá-lo nos lábios como se fosse um batom, observando como a língua gulosa deslizava pela sua carne, pela glande, envolvendo-a, como também com a possibilidade de o elevador parar noutro qualquer andar, deixando que fossem apanhados por algum vizinho.
Chegaram ao 8º andar sem problemas, aliviando-o assim dessa pressão que o deixava ainda mais doido. Mal fechou a porta pousaram os sacos da comida ali mesmo na entrada e desvairados entre beijos e apalpões despiram-se rapidamente.
Deitando a cabeça ligeiramente para trás, Eliane ofereceu-lhe os bicos espetados dos seios, excitados com todo aquele tesão, roçou-os na boca dele não deixando que ele os aprisionasse. Gonçalo segurou-lhe a carne com as mãos em concha levando-os à boca ávida de desejo e sugou-os sofregamente. Com uma mão orientava-os ora um, ora outro na boca e enquanto os beijava e mordia com tesão ia-lhe introduzindo os dedos no sexo, preparando-a para a penetração do seu sexo daí a minutos.
Aos tropeções conseguiram chegar perto do sofá onde a debruçou empurrando-a firmemente pela nuca, enquanto roçava o seu membro rijo ao longo da junção das nádegas redondas e arrebitadas e colocava uma camisinha, ansioso para poder entrar naquele corpo quente e palpitante que parecia chamar por ele.
Observou por instantes aqueles lábios lisinhos, brilhantes, com uma leve penugem bem aparada, carnudos, inchados e escuros da volúpia que sentia no momento. Perante aquela visão que o descontrolou ainda mais, penetrou-a firmemente de uma só vez enterrando o seu membro até obter resistência. Sentindo-a palpitar e a apertar-lhe o membro como se o estivesse a morder, prendeu-lhe o cabelo com uma mão e forçando-lhe a cabeça para si começou a movimentar-se dentro dela com vigor, deixando-a alucinada, fazendo-a soltar gemidos e pequenos gritos abafados do fundo da garganta que pediam para ir mais rápido.
Como animais no cio, foderam assim até ela gritar num orgasmo que lhe sacudiu o corpo fazendo-a enterrar-se mais nele e fazendo-o vir-se logo de seguida.
© Sutra & Friends 2007
Morangos…
Do meu corpo para a tua boca…
Da tua boca para a minha…
Aceitas o convite?...

© Sutra 2008
Boca.
Perco-me nela. No suave roçar de lábios que se passeia pelo rosto. O toque nas pálpebras, levando ao semicerrar de olhos, a humidade que se espalha pela face, num carreiro doce que se encaminha para o toque apaixonado.
Depois, o toque de lábios com lábios. O aperto do lábio inferior. A pele macia, a carne tenra que se prende entre os lábios, entre os dentes. O toque no canto dos lábios com a ponta da língua. O leve roçar quente, como quem pede: ‘deixa-me entrar’. A penetração no espaço quente e húmido onde outra língua a aguarda para se entrelaçar num abraço movimentado, feito de fogo e paixão.
Bocas que tremem.
O gemido surdo que sai do peito. A alucinação do beijo.
O meu beijo. O teu. O nosso.
A minha boca. A tua. As nossas.
© Sutra 2008
No capítulo anterior:
As dúvidas começavam a invadir-lhe a mente e entre um sorriso e um abraço, Eliane pensava se seria correcto.
Assim, abraçados, contemplando o horizonte e o mar… Gonçalo soprou-lhe ao ouvido em jeito de brincadeira provocatória.
Eliane não reagiu. – Eliane, daria tudo em troca do que vai no teu pensamento neste momento – sussurrou Gonçalo no seu ouvido. – Ora, nada ..! Apenas contemplo o cenário, é sempre tão bom ver o mar. – tentou a todo o custo, disfarçar Eliane.
Na verdade, pensava ela, não era justo dar asas ao desejo que ela e Gonçalo estavam a sentir… mas também não era justo Fábio ter partido por tanto tempo, deixando-a sozinha. E, sabendo como ele era, não acreditava que ele não tivesse tido vários casos e flirts.
Gonçalo, sentindo Eliane longe, passa para a sua frente e olha-a nos olhos. Eliane estremece. Sem uma única palavra, Gonçalo leva lentamente os seus dedos à face rosada e toca-lhe levemente, como se de uma carícia com uma pena se tratasse… Eliane fecha os olhos, a sua boca sorri … os dedos de Gonçalo, procuram os seus cabelos e atravessam o seu pescoço parando na nuca. As duas bocas colam-se e as mentes viajam num momento mágico.
Este beijo, a língua quente de Gonçalo a explorar a sua num beijo intenso que a fez desejar senti-lo em todo o seu corpo, ateou ainda mais o fogo que a invadia deixando-a sem pensar em mais nada que não fosse os seus corpos nus envoltos um no outro. Cada vez o desejava mais, vontade ainda mais acentuada por ter estado tanto tempo sem ter ninguém que lhe percorresse o corpo levando-a à perdição.
Apesar de ter falado com Fábio e saber que este ia voltar, Eliane sentia-se cada vez mais envolvida por aquela sensação de perigo, de limite. O afastamento e a falta de vontade que sentiu em Fábio da última vez que estivera de férias em Londres, eram um indício de que a relação deles estava em ruptura. Talvez se devesse ao afastamento ou talvez à vida alucinante de Londres e do ambiente do bar e da noite. Ou talvez devido ao facto de ele ter mais alguém como ela desconfiava que tinha.
Ele adorava aquela fogosidade dela, aquelas loucuras e brincadeiras que inventava todos os dias para o deixar louco de vontade de a possuir. Todos esses momentos foram pensados e repensados nas suas viagens de comboio. Aí tinha a possibilidade, não isenta, pois a imagem de Gonçalo não lhe saía do pensamento, de repensar na sua vida, de não se sentir culpada por estar a desejar outro homem.
Com Gonçalo ao seu lado ia brincando com o dedo na borda do copo enquanto ele com um braço pelos ombros a chegava a si e a outra mão pousada na coxa a ia acariciando ora por cima do vestido, ora deslizando como vaga-lume na pele firme e bronzeada. Sentia um calor que cada vez mais se tornava insuportável e a deixava com o sexo completamente húmido.
Gonçalo via-lhe o desejo nos olhos, nos lábios que estavam cheios e apetitosos, no seu peito que se elevava de cada vez que ele lhe tocava na pele e os murmúrios desconexos dela indicavam-lhe que ela estava a arder de desejo como ele estava já duro. Subiu um pouco mais os dedos que tocaram a viscosidade que humedecera o fio dental dela e foi como que um choque eléctrico para Eliane sentir as pontas dos dedos dele a roçar ao de leve nos lábios inchados por cima do parco tecido rendado do fio dental.
Quase em surdina disse-lhe “vamos?” a que ela prontamente acedeu num menear positivo da cabeça já que a voz estava embargada. Aconchegando-a num abraço firme conduziu-a por entre os carros até ao seu. Mal entraram e, antes de colocar a chave e ligar o carro, debruçou-se sobre ela puxando-a pela nuca de encontro aos seus lábios enquanto a mão esquerda subia pelas coxas e lhe roçava os lábios inchados e melados de desejo. Doido de tesão não resistiu a abri-la e a introduzir-lhe a ponta dos dedos sentindo-lhe a vulva quente e palpitante de desejo.
Pararam porque o desejo era muito e não o poderiam fazer ali. Tirando os dedos levo-os ao meio do beijo, lambuzando os lábios de ambos com o sabor dela. Ainda inebriado com o cheiro do sexo dela conduziu rapidamente até ao seu apartamento parando apenas no restaurante chinês perto de casa para levarem algo pronto e rápido para jantarem depois do sexo.
© Sutra & Friends 2007
– Pois não, amor. E acredito – respondeu segundos depois, a boca ainda mergulhada na humidade feminina. – ... – gemido dela. – Mas… não gostavas? – interrupção de novo. [nada a fazer, homens…] © Sutra 2008
- Nunca te aconteceu… mesmo? - disse ele, erguendo a cabeça do meio das coxas dela. – Hum… não, a sério. Não teria qualquer problema em dizer-te… não pares… - e mergulhou os dedos no cabelo dele para o impulsionar a continuar a fazer magias com aquela língua.
[silêncio, só o suspiro e aquele som de língua a deslizar, lamber…]
- Podemos falar depois? – Sim.
[silêncio de novo]
[o gemido mais alto, quando ele prende o clítoris com os lábios e o aperta, enquanto a penetra com um dedo longo]
- Amor… – Humm… diz… - a respiração dela, ofegante, anuncia a proximidade de um orgasmo.
Ele endireita o corpo, agarra-lhe as nádegas e puxa-a mais para a beira da mesa da cozinha, entrando no seu corpo lentamente, o pénis erecto, adensando-se na profundidade da vulva feminina, mergulhando no calor ardente da mulher que o desejava. – Não te dá... tesão… pensar… – as estocadas sucessivas tiravam-lhes o fôlego, faziam-nos gemer descontroladamente – ...nisso? – Hummm… não sei… aiii… talvez… simmm…
O orgasmo intenso. Dele. Dela.
O repouso do corpo dele no dela. Dentro. Fora.
O abraço das pernas dela na sua cintura.
O silêncio.
- E se eu fingir ser um desconhecido e te convidar para uma loucura de uma noite como aquela, amor?

Pega nesse cálice de vinho e deixa que o néctar se derrame por todo o meu corpo.
Um pouco na boca que deixo entreaberta para que um fio escorra pelo canto dos lábios, à espera que tu o venhas buscar com os teus.
No pescoço, para que possa sentir a tua boca percorrer a pele húmida, absorvendo cada gota de vinho e do meu suor.
Num seio, espalhando-se o vermelho pela pele, deixando no meio o sinal erguido do meu desejo, que anseia pelo toque da tua língua que me fará suspirar.
No pequeno recanto que abrigou um pouco, onde a tua língua brinca, antes de descer… descer… até chegar às virilhas por onde escorre um rio que desagua nos alvos lençóis.
Nas coxas, de onde bebes sofregamente o vinho que me levas a saborear da tua boca.
No mais íntimo de mim, onde deixas cair para aparares com a língua, na mistura dos dois néctares, o do cálice e o meu que te ofereço no meio desta volúpia que me fazes sentir.
Agora que bebeste o vinho em mim, vem beber o meu desejo e dá-me a provar o teu mel que se espalhará por mim, entre um e outro gemido de luxúria deste sexo feito a dois, enquanto a noite se alonga.
© Sutra 2008
Falavam há algum tempo num chat público e a corrente eléctrica que passava entre os dois parecia atravessar a linha invisível da internet, acendendo um rastilho de desejo que se revelava nas palavras trocadas. O convite velado em cada frase escrita, a sedução quente em cada revelação dos sentidos. O conjunto ideal que elevou o desejo a tal ponto que, não resistindo mais, ficaram uma noite a sós até de madrugada, em perfeita harmonia de volúpia. As palavras escritas abriram espaço também para o som, e o calor das vozes cruzaram-se, incendiando ainda mais os corpos dos dois desconhecidos que se entendiam, se desejavam e se amavam através das palavras.
As mãos tocavam os próprios corpos, tocando-se um ao outro na sua imaginação. Os suspiros e gemidos entrelaçavam-se em sintonia, acelerando o ritmo das batidas dos corações. As humidades e durezas que tocavam não eram as suas, mas as do outro. As trocas. A volúpia. O desejo. A explosão final e o grito. A sensação de bem-estar do corpo e a necessidade de ter mais. Sempre mais.
A doçura da voz nas palavras ditas depois.
Outra noite. Mais outra. E o fogo abrasivo. A lava dentro dos corpos que apenas se tocavam pela imaginação. A vontade do toque real.
Um dia as palavras não chegaram mais. – Quero ter-te agora. Não posso esperar mais. – Vem.
E ele foi. Encontraram-se a poucos minutos do apartamento dela, num sítio mais isolado. Viram-se e não puderam conter a força do beijo, o calor dos lábios, a sofreguidão das línguas. O deslizar das mãos tacteando corpos.
Meteram-se nos carros e seguiram até à rua dela, estacionaram os carros e entraram no elevador, numa urgência de chegar ao 4º andar. O relógio marcava as 2:10 horas da madrugada. No tesão do beijo, ainda se iniciava o dia. Botão de Stop para dentro e ela ajoelhou-se à sua frente, desabotoou-lhe as calças e, agarrando no pénis já erecto com as mãos a tremer, meteu-no na boca, chupando-o com sofreguidão. – Aiiii! Isso. A tua boca é ainda melhor do que eu imaginava.
E os lábios insistiam sobre a masculinidade, a língua chicoteava a glande. Levantou-se rapidamente, carregou de novo no botão e beijou-o, os lábios abertos, a língua irrequieta.
Entraram em casa e, mal ela acendeu a luz, ele empurrou-a na direcção do sofá, inclinou-se sobre o encosto, subiu-lhe a saia, afastou o fio dental, colocou o preservativo que tirou apressadamente do bolso de trás das calças e penetrou-a devagar, saboreando o aconchego da carne húmida e quente da vulva em redor do seu pénis.
Mais uma estocada e sentiu-se profundamente dentro daquele corpo. Movimentou-se. Saiu, entrou. Mexeu-se. Enterrou de novo o pulsar do desejo. Ouviu-a gemer e sentiu o suor escorrer pelo peito e cair-lhe nas nádegas desnudas, pela saia enrolada na cintura. – Nunca pensei que fosse assim… bom… ahhh… sim… mete… isso… – o sussurro feminino.
Suspiros. Gemidos. Orgasmos.
Mal haviam ainda começado.
Antes do sol nascer o último pedido… – Dá-me aquilo que me davas lá… – Queres? – Muito, muito. Vê como fico logo duro só de pensar nisso. – Então, vem.
E ofereceu-lhe o corpo mais uma vez. De uma forma que não oferecia muitas vezes. Mas a ele tudo lhe concedia na maré de luxúria, na vontade do desejo.
O sol já ia alto quando ele a deixou a dormir e saiu de casa para percorrer as dezenas de quilómetros que os separavam.
Um encontro que ultrapassou todas as expectativas. Seria de repetir? Quem sabe…
© Sutra 2008
Olá gente linda! © Sutra 2008
Quero agradecer a todos pelos comentários abaixo, pelas mensagens no Hi5, por todos os mails que me enviaram nos últimos dias, mas tem sido impossível não só vir aqui como também responder aos mails e mensagens.
Vou começar a responder hoje à noite.
Ainda sobre os mails, quero dizer algo muito importante. Por vezes, pode acontecer de algum dos vossos mails se perder e eu não chegar a lê-lo. Se virem que não têm resposta, venham aqui e digam nos comentários.
O que se passa é que, como qualquer endereço de mail que se encontre publicado em blogs e sites, eu recebo centenas, milhares de mails de Spam e a caixa de correio chega a estar completamente atulhada de toda essa treta, e lá ando a tentar ver no meio quais os que são para enviar para a lixeira. Entre tantos, por vezes, acabo por não ver algum dos vossos e apago-o também, sem querer.
Basta que enviem de novo ou que me avisem aqui. Não posso colocar aqui o outro mail que não tem Spam, porque se o coloco no site, irá acontecer o mesmo. 
Não consegui ainda passar pelos blogs amigos este fim-de-semana, e era para o fazer. Mas ‘Ele’ e eu estamos em fase de algumas mudanças e não tive tempinho nenhum, sorry.
Quanto a coisinhas novas, logo à noite eu regresso com algo para vocês. Muito quente…
Sou boa, boa e incomodo muita gente!! © Sutra 2008
O meu HI5 voltou a ser aquele provisório que muitos de vocês conhecem e que estava parado enquanto usava o principal:
Quanto à pessoa que tanto se incomoda com o meu hi5 fica aqui o recado: sempre que um endereço de hi5 desaparecer, nascerá outro no seu lugar 
Desta vez não sei que motivo foi porque não existia qualquer foto que pudesse ser considerada como ‘nudez’
estava vestida em todas 
UHHH!!
O Contos Secretos foi considerado um dos 500 melhores blogs em língua portuguesa pela Technorati. UAU!
Entre milhares de blogs que existem de língua portuguesa (pensem só nos que existem no Brasil onde se iniciou esta moda muito antes de Portugal, já sem falar na população).
Já agora, e como eu gosto de mostrar o que é real, a posição é a 384. 
Podem ver AQUI
© Sutra 2008