Feliz Ano Novo – 2008

Posted by Sutra under Diário on Sunday Dec 30, 2007

Desejo a todos umas excelentes entradas em 2008. Que no próximo ano novos objectivos surjam e novas metas sejam alcançadas.


Eu + Ele x Fim de ano = Espanha sozinhos


Cuidado com os excessos!


Se beber, não conduzam!
Se conduzirem, não bebam!


Até ao próximo ano!!


recados para orkut

*** Deseje um Feliz 2008 você também. Entre aqui!




© Sutra 2007

16 COMMENTS | Tags :

Entrada no novo ano

Posted by Sutra under Diário on Friday Dec 28, 2007

A proximidade do fim do ano, faz-me recordar outros finais de ano, outras passagens de ano, tão diferentes da que será a viragem de 2007 para 2008. Aquela que foi uma das mais loucas e alucinantes foi aquela em que decidi que teria de dar a primeira queca do ano na altura em que desse a meia-noite. Não dizem que se entrarmos o novo ano a fazer algo, faremos disso mesmo durante todo o ano? [alguém já me disse isso, tenho a certeza] Não que eu necessite de seguir essas superstições, porque entre ou não o novo ano a dar uma queca, elas existem sempre ao longo de todo o ano.
Mas como ía dizendo, recordo aquela em que quinze minutos antes da meia-noite estava preparadinha para me lançar nos braços do namorado da altura, escondidos num dos cantos do apartamento onde estavamos com amigos. Era o Ricardo, um rapazinho que fez as minhas delícias durante uns dois meses, entre inícios de Dezembro e inícios de Fevereiro [nem chegámos a comemorar o Dia de S. Valentim, porque terminámos uma semana antes], na viragem de 2001 para 2002.
O Ricardo era uma boa queca e espero que só tenha melhorado com os anos. Infelizmente, essa era a sua maior qualidade [ou única], sendo excelente para dar umas voltinhas, mas de boca fechada, já que, de cada vez que a abria, dizia três asneiras por frase, sendo que as restantes eram sobre motos. Não. Ele não primava pela capacidade de conversas intelectuais. Não que eu fosse exigente ao ponto de querer entrar em grandes filosofias ou teorias. Mas dava jeito que se variasse o tema. Ao fim de duas semanas de andar com ele, percebi que só valia mesmo na cama, em que a boca abria apenas para fazer o que tinha a fazer, para gemer, gritar e dizer todas aquelas coisas que se dizem nessas alturas. Tinha uma língua muito trabalhadora e sempre que descia pelo meu corpo e se concentrava intensivamente no meio das minhas coxas, fazia-me vir de uma forma extraordinária. Durante esses cerca de dois meses, tínhamos sexo sempre que estavamos juntos. Aliás, eu nem queria estar com ele se não fosse para isso mesmo, senão parecíamos dois estranhos: ele num monólogo infernal a dissertar sobre motos, a sua moto, a que queria comprar, etc. E eu, de phones nos ouvidos e um livro na mão.
Mas adiante.
Nessa passagem de ano, já os amigos andavam de garrafa de espumante na mão e a contar as passas enquanto nós procurávamos um local para a queca new year. Não precisámos procurar muito: enfiámo-nos pelo corredor e entrámos por uma das portas semiabertas. Acendemos a luz para ver onde estavamos e deparámo-nos com uma espécie de quarto de arrumações. Puxámos uma manta que por lá estava e não fomos de meias medidas. Beijo para aqui, beijo para ali. Mão acima, mão abaixo. Língua na boca, língua no seio. Mordida no pescoço, dentadinha na barriga [gosto de mordiscar barriguinhas masculinas]. E, precisamente quando estavamos no meio de todo aquele suor, tesão, loucura, eis que se ouvem gritos de júbilo – a chegada de 2002. Só que a ‘máquina’ por vezes não funciona. E nesse momento não funcionou. Ou melhor, até que teve reacção, mas… É que o Ricardo distraiu-se com os gritos e… veio-se antes do tempo. O resultado foi eu perder toda a excitação. Foi tudo por água abaixo. Ou melhor, pelas pernas abaixo. Tive de me limpar aos lenços, ir ao wc, lavar, vestir e sair do wc toda lixada porque foi uma frustrante forma de entrar no novo ano. Felizmente que a superstição é apenas isso mesmo. Senão imaginem só como não seria 2002.
Mas 2002 foi um grande ano… oh, se foi…

© Sutra 2007

6 COMMENTS | Tags :

Feliz Natal

Posted by Sutra under Diário on Monday Dec 24, 2007

Quero desejar um bom Natal a todos os amigos e aos que por aqui passam nem que seja por breves instantes.
Mas um Natal com o verdadeiro espírito de Natal e não com o consumismo absurdo que domina a sociedade hoje em dia.


Gostaria que neste Natal se detivessem a pensar em todas as boas recordações de infância, da vossa adolescência. De quando o importante era a reunião em família, a descoberta dos presentes no sapatinho, o acordar na manhã de Natal com o cheiro a sonhos, rabanadas e todas as guloseimas típicas desta época. Fechem os olhos e sintam o aroma a Natal, ouçam os risos, os de hoje e os de outrora.


Sintam o Natal. Por vocês e por todos aqueles que não o podem sentir do mesmo modo.
Celebremos o Natal como ele deve ser celebrado: com os nossos corações.

Feliz Natal

Beijos doces a todos


Ps – vou tentar enviar mail para todos mas acho que não vou conseguir pois o hotmail não permite mais do que 100 ou 200 por dia.


© Sutra 2007

19 COMMENTS | Tags :

O presentinho

Posted by Sutra under Diário on Saturday Dec 22, 2007

© Sutra 2007

15 COMMENTS | Tags :

Até logo

Posted by Sutra under Diário on Thursday Dec 20, 2007

Estou a preparar um presentinho de Natal.
Mais logo volto Smile

© Sutra 2007

11 COMMENTS | Tags :

Gostos

Posted by Sutra under Diário on Monday Dec 17, 2007

Gosto do beijo lento. Do toque de lábios. Entrelaçar de línguas.
Gosto da humidade de uma boca masculina. Da força com que me beija. Da profundidade do prazer.
Gosto do deslizar de lábios pelo meu pescoço. Da mordida na nuca.
Gosto do toque da mão no seio. Dos dedos que apertam o bico erecto.
Gosto do corpo excitado encostado no meu ventre. Do pénis duro que se insinua entre as minhas coxas.
Gosto dos dedos que penetram a vulva húmida. Da carícia que se aprofunda ritmicamente.
Gosto quando o meu corpo é deitado para trás, entregue à volúpia do desejo. E do corpo masculino que repousa sobre o meu na mesma entrega.
Gosto quando enlaço a sua cintura com as minhas coxas. E o seu corpo se aprofunda no meu, uma e outra vez.
Gosto do perfume a sexo entre os nossos corpos. Do suor masculino que cai sobre os meus seios.
Gosto do grito de homem solto num orgasmo alucinante. E do meu gemido que o acompanha.
Gosto do abraço. Do beijo.
Gosto do aconchego entre os seus braços antes de adormecer. E do seu corpo ainda dentro do meu.

© Sutra 2007

19 COMMENTS | Tags :

Sem título – IV

Posted by Sutra under Conto em Conjunto on Wednesday Dec 12, 2007


Caminharam lado a lado, ora fugindo às ondas ora deixando que estas lhes banhassem os pés. Conversavam banalidades sobre Lisboa e o Rio de Janeiro, numa cumplicidade que raramente sentiam com outras pessoas.
Londres estava cada vez mais distante e nem uma só vez ela se lembrou do que essa cidade retinha, de quem lá residia e trabalhava, de quem amara durante anos (amara?!).
Quando entraram no bar, a música que tocava era a que mais furor fazia no momento nas rádios portuguesas:
“Eu não sei o que me aconteceu…
Foi feitiço!
O que é que me deu?”

O coração de Eliane parecia que queria saltar pela boca, aquela música que ela tanto gostava, a mão de Gonçalo ligeiramente lateral no finalzinho do pescoço com o ombro, que a empurrava delicada e firmemente para o interior do bar, a mesa que escolheu num canto de frente para o mar e o som daquele violão e do homem que não parava…
“Eu gostava que olhasses para mim
E sentisses que sou o teu mar
Mergulhasses sem medo, um olhar em segredo,
só para eu te abraçar…
O primeiro impulso é sempre mais justo, é mais verdadeiro…
E o primeiro susto dá voltas e voltas na volta redonda de um beijo profundo…”

Feitiço era a mão dele no seu braço, o joelho a roçar no dela ao seu lado, a saia de tecido fino que deslizava e lhe inebriava os sentidos.
Eliane tinha a sensação que o seu coração fazia eco nas paredes do seu corpo e não conseguia resistir ao apelo que vinha daquele corpo másculo e moreno ao seu lado.
Gonçalo segura-lhe o queixo e rouba-lhe um beijo do canto do lábio enquanto lhe sussurra: – É feitiço, tu deixas-me assim, Eliane.
De repente o seu nome nos lábios dele teve uma sonoridade que a fez desejar ainda mais esquecer quem era. A mão dela pousada na coxa masculina, apertando-a, indicava-lhe o quanto o desejava e, inclinando a cabeça no ombro dele, oferecia-lhe os lábios para que ele provasse o calor do seu desejo e a humidade da sua boca.
Beijaram-se com tesão e urgência e, entre línguas e lábios, ele sussurrou-lhe: – Vamos jantar a minha casa.
Com um pigarrear o empregado deixa os dois gins tónicos e os aperitivos que tinham pedido ao entrar.
Gonçalo prende os dedos de Eliane na sua mão e ficam assim a olhar-se, a saborear o momento e a antever as horas mais próximas…


Enquanto o sol dourado do fim de tarde se juntava a uma brisa suave e aos dedos de Gonçalo para juntos brincarem com o seu cabelo, Eliane meditava sobre o precipitado desenrolar de acontecimentos dos últimos momentos. Este homem atrevido exercia sobre ela uma forte atracção, uma enorme vontade de o despir e de sentir a sua virilidade. De, literalmente, lhe ferrar o dente no ombro e sentir a abrir-se para ele ao se sentar no seu colo. A sua respiração quente e pesada não lhe deixara dúvidas que era o seu corpo que a conduzira inexoravelmente à beira dum coito que se revelaria apenas revestido de sexo, sem outras emoções envolvidas. Nem outra coisa esperaria deste encontro inesperado, mesmo que fantasiado em prazeres solitários. De Gonçalo nem a idade, nem mesmo o apelido sabia – “Gonçalo Tavares e tenho 32 anos”, veio ela a saber mais tarde – mas os lábios macios que nos seus se demoraram antes de se atreverem pelo pescoço desnudo, ameaçando seriamente continuarem pelo seu peito pleno de fertilidade, esses conhecia ela bem. Fora então que o telemóvel, inoportunamente, tocara.
“Alô…”
A voz melodiosa que tão bem conhecia, fê-la ficar sem palavras.
“Eliane?”
“Fábio?! E aí, tudo jóia?”
– o silêncio deu lugar a um desabafo de surpresa.
Só pode ser telepatia, pensava Eliane, todos estes anos sem uma palavra e não é que o cara liga agora mesmo?
“Você vem para a semana para Lisboa?! Nossa, parece que estou ouvindo uma voz do Além!”
Gonçalo sentiu que se quebrara um pouco o clímax que se adivinhava mas não se aborreceu por isso. A persuasão das suas palavras daria a volta à situação, como até agora sempre acontecera. Mas isso não seria para já, agora era tempo de deixar o silêncio contar a história à sua maneira. Voltados para o crepúsculo que sobrava do sol poente, abraçou-a pelas costas com carinho, mas consciente do desejo que dentro de si ansiava por ser liberto.
Enquanto se sentia abraçada pelo corpo de Gonçalo, Eliane lembrava a voz de Fábio dizendo que estaria de volta na próxima semana …mas ao mesmo tempo, o seu desejo falava mais alto, e Gonçalo estava mesmo ali, atrás de si…
Assim abraçada por ele, sentia o seu perfume que a brisa teimava em trazer, e o calor que o corpo de Gonçalo transmitia para o seu estava a deixá-la louca de desejo. Fantasias povoavam o seu pensamento. E como aquele abraço a fazia sentir-se protegida, desejada…
As dúvidas começavam a invadir-lhe a mente e entre um sorriso e um abraço, Eliane pensava se seria correcto.
Assim, abraçados, contemplando o horizonte e o mar… Gonçalo soprou-lhe ao ouvido em jeito de brincadeira provocatória.
Eliane não reagiu. – Eliane, daria tudo em troca do que vai no teu pensamento neste momento – sussurrou Gonçalo no seu ouvido. – Ora, nada ..! Apenas contemplo o cenário, é sempre tão bom ver o mar. – tentou a todo o custo, disfarçar Eliane.
Na verdade, pensava ela, não era justo dar asas ao desejo que ela e Gonçalo estavam a sentir… mas também não era justo Fábio ter partido por tanto tempo, deixando-a sozinha. E, sabendo como ele era, não acreditava que ele não tivesse tido vários casos e flirts.

Espero por mais sugestões de título para depois escolher.

© Sutra & Friends 2007

8 COMMENTS | Tags :

Rosas, rosas

Posted by Sutra under Diário, Fotografia on Tuesday Dec 11, 2007


Vem banhar o meu corpo com o teu amor de pétalas de rosa tecido.
Tocar a textura de veludo, sentir o perfume do florir.
Beija-me como se o amanhã não chegasse jamais.


© Sutra 2007

9 COMMENTS | Tags :

8º Dia


Domingo
14:40 horas
Shiva olhava o tecto do quarto enquanto pensava na noite anterior. Ultrapassara em muito as suas expectativas de luxúria e prazer.
A Madame Ludmilla havia reservado o salão principal para a festa, permitindo maior privacidade e deixando que a noite decorresse de modo quase normal para os restantes clientes que desconheciam o que se desenrolava por trás da parede em tons púrpura.
Não atendeu um cliente, atendeu vários, todos quantos se encontravam naquela desta privada. Faziam parte dos melhores clientes da casa. Os que mais a frequentavam. Aqueles que deixavam grande parte do saldo dos seus cartões de crédito para poderem usufruir dos serviços privilegiados de Shiva e de mais duas das meninas da Madame Ludmilla.
Lá estavam o Sr. R que apreciava práticas de BDSM e gostava de a amarrar numa cama antes de lhe penetrar o corpo. O Sr. V, responsável por aquela despedida. – Sr. V, acho que nunca lhe vou perdoar levar daqui a melhor menina que alguma vez tive. – Compensá-la-ei, Madame – respondera ele sorrindo.
Estavam ainda o Sr. E, o Sr. J, o Sr. D, o Sr. G e outros mais.
Das meninas, estavam Malu, Erika e Laila.
Quatro mulheres entregues aos vícios de luxúria de doze homens sedentos de peles suaves, corpos curvilíneos e bocas húmidas, que sabiam como os levar ao máximo dos prazeres.
Em pequenas mesas colocadas estrategicamente, encontravam-se preservativos, charutos e alguns objectos eróticos, brinquedos, vendas, algemas. Ao centro, dois pequenos divãs dispostos lado a lado. A um canto uma cruz St. Andrews, a predilecção do Sr. H.
A entrada de Shiva no salão interrompera o curso do prazer que já se manifestava nos corpos desnudos, nas bocas entreabertas de paixão. Fora ela o centro de todos os prazeres.
Ergueu-se da cama e dirigiu-se para o duche. Sentiu a humidade do seu sexo enquanto caminhava nua e descalça.
No pensamento os pormenores daquela noite, causando-lhe excitação.

© Sutra 2007

8 COMMENTS | Tags :

Tão lindo!!

Posted by Sutra under Diário on Sunday Dec 9, 2007


Se eu fosse de ficar convencida, já era meio caminho andado para isso!


Estou sem palavras! Nem uma apresentação consegui fazer do meu blog. A excitação foi tanta, que me perdi pelo caminho.


Entrei no blog ” http://www.contossecretos.com ” e fiquei surpreendido com a beleza da Sutra. Que Mulher poderosa! Magnifica! Deslumbrante! É o desejo de qualquer homem…


E ainda continuo sem palavras


Foi assim que alguém deu início ao seu blog! Original, se dúvida!
E aqui fica o meu agradecimento LOL


Tens a certeza do que dizes? Não estiveste a beber, nem nada? LOL

Esqueci de dizer onde:

Puro amor 100 fim

© Sutra 2007

12 COMMENTS | Tags :

Sem título – III

Posted by Sutra under Conto em Conjunto on Thursday Dec 6, 2007


Lisboa


Os dias foram passando e Eliane não tinha a coragem necessária para ligar para aquele número escrito no bilhete de comboio. Perguntava-se a si mesma se alguma vez seria capaz de dar aquele passo, pensando no quanto já perdera na vida por não ser mais ousada. E aquela era mais uma oportunidade que tinha para saber se teria coragem de dar um primeiro passo quando alguém lhe interessava. Secretamente, tinha a esperança de se cruzar com ele mais uma vez, mas não o tinha visto mais. Poderia ter mudado de turno, ou ter ido de férias, não sabia. A única certeza que tinha era a de que queria muito conhecê-lo.
Mas foi adiando, dia após dia. Passou uma semana, depois outra e o bilhete de comboio continuava pousado em cima da mesa-de-cabeceira, à espera que ela se decidisse a marcar os números daquele homem moreno.
Depois de mais uma semana de trabalho, e sempre com aquele homem no pensamento, as horas durante o dia parecia que galopavam na direcção do horário do comboio onde Eliane, quase sempre antes de entrar na composição, olhava apressadamente para o interior do máximo de carruagens para ver se conseguia descortinar o motivo do seu desejo.
Inesperadamente, num fim-de-semana, depois de muitas viagens, sem nada vislumbrar, eis que sucede o inesperado:
-Olá, vejo que gosta de passear na praia!
Eliane ouviu esta voz e ficou petrificada ao virar-se na direcção do som e verificar, que, quem se lhe dirigira, não era outro senão o seu revisor moreno, que tanto prazer lhe tinha provocado, pois quase todas as noites os seus dedos delicados acariciavam a sua púbis, numa masturbação constante, pensando e sonhando com ele… Mas retorquiu, não sem que antes passasse a mão pela cara ruborizada:
-Sim, por vezes venho passear e gosto de me deitar na areia, se estiver um dia de Sol como o de hoje!
-Desculpe, o meu nome é Gonçalo e penso que já me cruzei consigo!!??
-Eliane, muito prazer…Sim, no comboio da linha, faz mais ou menos três semanas!
O desejo que sentia por Gonçalo, vinha ao de cima na sua mente cada vez que o jovem moreno falava e o seu pensamento viajava.
Eliane sentia-se excitadíssima com a presença de Gonçalo e isso notava-se na sua face e nos seus gestos nervosos. – Posso sentar-me aqui ao seu lado? – perguntou Gonçalo. – Claro que sim !! – exclamou Eliane com um sorriso de orelha a orelha.
Sentados, lado a lado, Gonçalo também quase não conseguia disfarçar a excitação que Eliane lhe provocava, e desta vez com o perfume dela tão acentuado, misturando-se com os cheiros da praia deixando-o doido de tesão …
Gonçalo tenta disfarçar os sentimentos tão intensos, olhando o mar enquanto tira um cigarro e o acende em silêncio, dando um longo trago. Olha-a enquanto o fumo vai saindo lentamente dos seus lábios carnudos deixando-a como que hipnotizada apreciando aquele homem tão diferente do homem fardado e compenetrado que havia conhecido.
Instintivamente leva a mão esquerda aos cabelos e fá-los correr por entre os dedos numa forma de pentear o ondulado selvagem e muito próprio com que fica o seu cabelo seco ao natural e curtido pelo vento e pela maresia, deixando-o preso a esse movimento sem que o brilho da aliança quebrasse o encantamento.
Ele sorriu-lhe mostrando os dentes brancos (sem aquele irritante sorriso imensamente branco e falso que as clínicas dentárias nos vendem). Um sorriso de dentes certos e alinhados e, por micro segundos, ela imagina aqueles dentes a percorrerem-lhe a pele, a prenderem o bico e a rodá-lo… e estes pensamentos fazem-na estremecer de prazer e desejo eriçando-lhe os pêlos dos braços. Gonçalo não se apercebe que o motivo do frio repentino é ele, ou o desejo carnal que transpira entre os dois. – Eliane, o sol está a fugir de nós. Queres andar ao longo da praia enquanto procuramos um barzinho para nos abrigar e conversar? – pergunta-lhe ele, estendendo a mão num convite irrecusável. – Claro que sim, eu costumo caminhar por aqui nas minhas tardes livres e perco-me num bar de madeira no paredão. E de repente, quando desviou o olhar para o dele, sentiu uma timidez fora do vulgar que prontamente foi substituída com a risada sonora masculina e uma carícia com o polegar na face, pela vontade de se deixar levar.

Nota: para quem quer ler a parte onde entra sexo, aviso que já falta pouco!
Alguém dá ideias para o título?


© Sutra & Friends 2007

13 COMMENTS | Tags :

Pois é… acontece!

Posted by Sutra under Diário on Thursday Dec 6, 2007

E a todos!
A minha falta de tempo para fazer visitas aos sites amigos. É disso que falo!
O que pensavam que fosse?
Estou em falta com todos, incluindo os que me visitam habitualmente, os que vieram pela primeira vez.
Estou em falta com os blogs onde participo, mas depois de fazer tipo uma agenda para o blog, com as tarefas semanais LOL eu vou conseguir ter tudo em dia LOL
Espero eu…

Por isso, aguardem-me!! Twisted

© Sutra 2007

1 COMMENT | Tags :

Experiências

Posted by Sutra under Diário on Tuesday Dec 4, 2007

Há experiências interessantes que se fazem.
Conhecimento.
Interesse.
Curiosidade.
Enriquecedoras na busca de material para escrever.
Encontrei isso num determinado local.
E ontem de tarde terminei essa experiência.
Está na hora de lhe dar uso.

© Sutra 2007

24 COMMENTS | Tags :
Fechar
E-mail It