Presente

Posted by Sutra under Dedicatórias on Friday Feb 2, 2007

Há dias em que aparece algo novo, que nos surpreende e nos faz sorrir.
Ontem à noite recebi presentes enquanto estava no meu canal – para quem não sabe ainda é #contossecretos.com – de um dos visitantes e amigo – o Rui St.
E que me ofereceu ele?
Músicas que todos conhecemos cantadas por ele Smile
Eu adorei o presente! Adorei! Adorei! Amei! Fiquei babada! Fiquei orgulhosa!
E resolvi pegar em uma das músicas que me enviou e colocá-la em vídeo com imagens que eu escolhi, retiradas por esse mundo web.
Aqui fica o resultado…

Obrigada Rui St.

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Como o Vento

Posted by Sutra under Dedicatórias on Tuesday Jan 16, 2007

Iniciada no dia 10 de Novembro esta rubrica de Dedicatórias, pelo Jorge Guilherme – vejam aqui – e continuada pelo Mike – aqui também – tem tido mais alguns seguidores Wink
Por isso, hoje deixo mais uma dedicatória, a letra lindíssima de uma canção que andou muito em voga devido ao filme Dirty Dancing.


O Zé achou que tinha muito a ver comigo. Vocês são da mesma opinião, ou nem por isso?

Obrigada, Zé, um beijo doce para ti Smile

She’s Like The Wind

She’s like the wind through my tree
She rides the night next to me
She leads me through moonlight
Only to burn me with the sun
She’s taken my heart
But she doesn’t know what she’s done

Feel her breath on my face
Her body close to me
Can’t look in her eyes
She’s out of my league
Just a fool to believe
I have anything she needs
She’s like the wind

I look in the mirror and all I see
Is a young old man with only a dream
Am I just fooling myself
That she’ll stop the pain
Living without her
I’d go insane

Feel her breath on my face
Her body close to me
Can’t look in her eyes
She’s out of my league
Just a fool to believe
I have anything she needs
She’s like the wind

Feel your breath on my face
Your body close to me
Can’t look in your eyes
You’re out of my league
Just a fool to believe
She’s like the wind
Just a fool to believe
She’s like the wind
Just a fool to believe
She’s like the wind


© Sutra 2007

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Dedicatórias

Posted by Sutra under Dedicatórias, Diário on Monday Nov 20, 2006

Hoje resolvi separar as Dedicatórias, tal como disse há uns dias atrás, a propósito do presente do Jorge Guilherme e depois de terem surgido mais dedicatórias a seguir a essa.


E aqui deixo uma delas que foi colocada nos comentários, de autoria do Mike:

Sonho

Às vezes galgo paisagens
à procura do teu rosto
perdido algures no vento
perdido nalgum desgosto

e vejo-te em mil miragens
que descubro entre as flores
perdidas umas nas outras
perdidas de outros amores

Às vezes sonho contigo…
com olhos da cor do mundo
de tons que não têm nome
ou de um castanho profundo

e desejo percorre-te
como ave de asas abertas
solto do chão que me oprime
em voos de descobertas

Às vezes és o perfume
que me alimenta as manhãs
repouso em ti o olhar
descanso em promessas vãs…

e imagino colher-te
como menino risonho
que acaricia uma flor…
mas sei que não passa de um sonho!

E este sem título, também do Mike:

Tu és semente.
Eu chovi.
Chovi.
A semente, tu
não cresceu…
Chorei aos pés. Pés de ti.
Foram somente
estas lágrimas.
Estas minhas, sim,
somente,
que chovi.
E a semente, tu
não nasceu.
Cerrei o céu,
fiquei eu!
……………
Fiquei nu,
mas a ideia flutuou…
e a semente, tu
ficou.
E eu. Eu
não sei
como a chuva
me matou,
como uma leiva afundou
meu ser semente,
ser nu.
Não vi céu
e a semente, tu
fiquei eu!


© Sutra 2006

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Presente

Posted by Sutra under Dedicatórias, Diário, Fotografia on Friday Nov 10, 2006

Obrigada, João pelo belíssimo poema que me ofereceste. Só falta mesmo o título para ele.



Serena, como quem se perdeu.
Havia no jardim calma água,
Alvo do olhar que se escondeu.
Na erva descansa sem mágoa
Seu corpo esbelto e nunca meu.


Sem supérfluos ideais
Ou pensamentos na alma,
Ela descansa, nada mais.
Um corpo em eterna calma.


Apenas tem um sonho,
Que monta e elabora.
Longe do meu olho
A tentação que a devora.


E eu só imaginarei
Qual possível maquinação.
Não sei se quererei
Um tal desejo por emoção.


E a fonte aflige-se
Pela calma da musa,
Que tão calma finge-se
E o desejo nunca recusa.


De sentidos bem vivos,
Com serenidade mortal,
A Deusa de segredos escondidos
Prepara um sonho amoral
Recheado de prazeres proíbidos.



Poema de Autoria de João Guilherme

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© Sutra 2006

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