Mudar de ideias é…

… uma prerrogativa das mulheres, não é? Wink
Enchi-me de coragem e voltei a tirar da prateleira o ‘Fifty Shades of Grey’ – Volume I.

Eu sei que já o li uma vez. Que achei a personalidade da mocinha muito fraquinha. Mas, e não chamem masoquista, achei que devia dar uma segunda oportunidade. Não à Anastasia. Mas ao Grey.
E dei.
Tentei isolar-me do ‘subconsciente de óculos de armação em meia lua’ da Anastasia e da sua ‘deusa interior a dançar o hula’ e fiz um esforço para me concentrar apenas nele. O Grey. Não é que precisasse de grande sacrifício pensar apenas nele mas foi necessária alguma concentração Wink
Esta mudança veio depois de me aconselharem a ler os outros dois volumes da Trilogia e a ver o trailer do filme que virá em 2015.
[será desta que um filme é melhor que o livro?!]
Eu vi primeiro o trailer.
Depois voltei a pegar no Volume I. Agora já com uma imagem ‘dela’ e ‘dele’ é muito mais fácil a leitura. E interessante.
Principalmente quando se imagina um Grey a dizer:
Agora vou foder-te. (…) Estás a ficar encharcada só para mim. – depois moveu rapidamente os dedos para dentro e para fora, repetidas vezes. (…)Ele penetrou-me rapidamente, preenchendo-me, e eu gemi alto. (…) Enrolou os cabelos numa mão, puxando-me a cabeça para trás – Quero ver os teus olhos enquanto te fodo.

Agora vou para o II.

Achei-o diferente. Muito grey.
Apesar de se tratar de uma história banal [mocinho com trauma de infância tem dificuldade em amar e ser amado], sem dúvida que a autora conseguiu prender a atenção.

Dou [segunda] opinião geral no fim.

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